Galeria
Clique nas imagens para ampliar
O que é uma bomba d água centrífuga e quando ela faz sentido?
Uma bomba d água centrífuga é um equipamento que usa motor elétrico e rotor para transformar energia mecânica em energia hidráulica, movimentando água limpa ou líquidos quimicamente compatíveis com determinada vazão e pressão.
Na prática, a bomba centrífuga trabalha acelerando o fluido por meio do rotor.
Esse movimento transfere energia ao líquido, permitindo que ele seja deslocado pelo sistema.
Por isso, ela é comum em aplicações que exigem circulação, abastecimento, transferência ou pressurização de fluidos, desde que o líquido seja compatível com o projeto da bomba.
O ponto mais importante é entender que a escolha não depende apenas de quanto líquido precisa ser bombeado.
A vazão indica o volume movimentado em determinado período, mas a pressão necessária e a altura manométrica também influenciam diretamente a especificação.
Dois sistemas podem exigir a mesma vazão e, ainda assim, demandar bombas diferentes se houver maior distância, desnível, perda de carga em tubulações ou necessidade de pressão constante.
A bomba centrífuga faz sentido quando há necessidade de:
- Bombear água limpa em sistemas prediais, industriais ou de abastecimento.
- Movimentar líquidos quimicamente compatíveis com os materiais e a vedação do equipamento.
- Atender sistemas em que vazão e pressão precisam ser avaliadas em conjunto.
- Pressurizar redes que não podem depender apenas da gravidade.
- Integrar soluções acionadas por motor elétrico em operações contínuas ou recorrentes.
- Substituir ou revisar equipamentos que apresentam queda de desempenho, ruído incomum ou dificuldade para manter pressão.
Em aplicações de maior pressão, a bomba centrífuga multiestágio passa a ser especialmente relevante, porque utiliza múltiplos estágios para elevar progressivamente a pressão gerada.
Ainda assim, a definição correta deve considerar dados reais do sistema, como fluido, temperatura, vazão desejada, pressão requerida, condições de instalação e compatibilidade com o motor elétrico.
A RO BOMBAS atua com venda, manutenção, instalação e reparo de bombas e motores elétricos, apoiando clientes que precisam transformar uma dúvida técnica em uma escolha mais segura.
Para quem está pesquisando venda de bombas, o primeiro passo é identificar se o problema é realmente de vazão, de pressão, de dimensionamento ou de manutenção do equipamento existente.
Como funciona a bomba centrífuga multiestágio
A bomba centrífuga multiestágio funciona pela passagem do líquido por uma sequência de rotores e estágios internos.
Cada estágio adiciona energia ao fluido, elevando progressivamente a pressão até atingir a condição necessária para aplicações que exigem maior altura manométrica ou pressurização constante.
Em uma bomba centrífuga convencional, a geração de pressão depende de um conjunto hidráulico principal.
Já na configuração multiestágio, o diferencial está na repetição organizada desse processo: o líquido entra na bomba, passa por um rotor, segue para o próximo estágio e recebe novos incrementos de energia.
Isso permite alcançar pressões mais altas sem tratar o equipamento como uma solução genérica para qualquer bombeamento.
Etapas básicas de funcionamento:
-
Entrada do líquido pela sucção
O fluido, geralmente água limpa ou líquido quimicamente compatível com os materiais da bomba, entra pela região de sucção.Nessa fase, a instalação correta é importante para reduzir riscos de entrada de ar, perda de rendimento ou funcionamento irregular.
-
Acionamento pelo motor elétrico
O motor elétrico transmite movimento ao eixo da bomba.Esse movimento faz os rotores girarem em alta rotação, convertendo energia mecânica em energia hidráulica.
A escolha adequada do motor deve considerar a demanda real do sistema, e não apenas a potência aparente do equipamento.
-
Ação dos múltiplos rotores
Cada rotor acelera o líquido e direciona o fluxo para o estágio seguinte.A carcaça e os componentes hidráulicos conduzem esse fluido de forma controlada, ajudando a transformar velocidade em pressão.
É essa sequência de múltiplos rotores que torna a bomba centrífuga multiestágio indicada para sistemas de alta pressão.
-
Aumento progressivo de pressão
A pressão não é gerada de uma só vez.Ela cresce à medida que o líquido atravessa os estágios.
Por isso, esse tipo de bomba é útil em pressurização predial, abastecimento, caldeiras, irrigação e processos industriais nos quais a vazão precisa ser compatível com uma pressão mais elevada.
-
Vedação por selo mecânico
O selo mecânico contribui para conter o fluido dentro da bomba e reduzir vazamentos na região do eixo.Sua seleção e condição de uso devem ser compatíveis com o líquido bombeado, temperatura e regime de operação.
-
Saída do líquido pressurizado
Após atravessar os estágios, o líquido sai pela descarga com pressão superior à de entrada.Dependendo do modelo, a bomba pode operar com líquidos em temperatura de até 120 °C, sempre respeitando as especificações técnicas aplicáveis ao equipamento.
Na prática, a eficiência energética, o baixo ruído e a vida útil dependem da combinação entre dimensionamento, instalação, compatibilidade do fluido e manutenção.
A RO BOMBAS atua no fornecimento, instalação, manutenção e reparo de bombas e motores elétricos, o que permite avaliar não apenas o equipamento isolado, mas também as condições do sistema em que ele será aplicado.
Para sistemas já em operação, a análise de manutenção em bombas ajuda a identificar se queda de pressão, ruído, vibração ou perda de eficiência estão relacionados ao conjunto hidráulico, ao motor elétrico, ao selo mecânico ou às condições de instalação.
Principais aplicações em indústrias, prédios e sistemas de abastecimento
A bomba centrífuga multiestágio costuma fazer sentido quando o sistema precisa transportar água limpa ou líquidos quimicamente compatíveis com pressão elevada, estabilidade operacional e possibilidade de funcionamento contínuo.
A escolha, porém, não deve partir apenas do tipo de aplicação: pressão requerida, vazão, altura manométrica, temperatura do fluido e condições de instalação mudam o dimensionamento.
Em termos práticos, ela aparece em cenários industriais e prediais nos quais uma bomba centrífuga comum pode não entregar a pressão necessária com a mesma adequação técnica.
O diferencial dos múltiplos estágios está justamente em elevar progressivamente a pressão, o que torna o equipamento útil em sistemas que dependem de abastecimento, pressurização, alimentação de processos ou circulação controlada.
| Aplicação | Necessidade operacional | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| Indústrias | Alimentar processos que exigem pressão elevada e operação confiável | Confirmar compatibilidade do líquido, vazão e pressão de trabalho |
| Pressurização predial | Manter pressão adequada em redes hidráulicas de edifícios | Avaliar altura manométrica, demanda simultânea e espaço de instalação |
| Hotéis e hospitais | Apoiar sistemas de abastecimento com maior continuidade de serviço | Considerar regime de operação e impacto de paradas não planejadas |
| Condomínios e shoppings | Distribuir água em sistemas com variação de consumo | Dimensionar conforme picos de demanda e condições da rede |
| Abastecimento de água | Transferir água limpa entre reservatórios, redes ou pontos de consumo | Verificar perdas de carga, distância e desnível |
| Caldeiras | Alimentar sistemas que exigem pressão compatível com a operação | Avaliação técnica é essencial por envolver condições específicas do processo |
| Irrigação | Levar água a áreas que exigem pressão e alcance adequados | Analisar vazão, distância, desnível e características do sistema |
| Processos industriais | Movimentar fluidos compatíveis em etapas produtivas | Validar material, vedação e temperatura do líquido |
Nas indústrias, a aplicação depende menos do segmento em si e mais do requisito hidráulico.
Uma indústria papeleira, alimentícia, química, petroquímica, de bebidas, de mineração ou uma concreteria pode ter necessidades muito diferentes entre si, mesmo quando todas utilizam bombas.
Por isso, o ponto central é entender se o fluido é água limpa ou líquido quimicamente compatível, qual pressão precisa ser atingida e se o funcionamento será intermitente ou contínuo.
Em sistemas de pressurização predial, como condomínios, hotéis, hospitais e shoppings, a bomba centrífuga multiestágio pode ser indicada quando existe necessidade de elevar a pressão para atender diferentes pontos de consumo.
Nesses casos, não basta escolher o equipamento por porte do prédio.
É necessário avaliar a altura manométrica, as perdas na tubulação, a demanda simultânea, o espaço disponível para instalação e a integração com o motor elétrico e demais componentes do sistema.
Nos sistemas de abastecimento de água, o equipamento é usado quando a transferência exige pressão maior do que a disponível naturalmente.
Isso pode envolver recalque entre reservatórios, alimentação de redes internas ou apoio a sistemas que sofrem com desnível, distância ou perdas de carga.
A análise técnica evita subdimensionamento, que pode gerar queda de pressão, e superdimensionamento, que pode resultar em consumo energético inadequado e desgaste prematuro.
Em caldeiras e processos industriais, o cuidado deve ser ainda maior.
A bomba pode participar de etapas sensíveis do processo, nas quais pressão, temperatura do líquido, compatibilidade química, vedação por selo mecânico e regime de operação precisam estar coerentes.
Como o produto pode operar com líquidos de até 120 °C dependendo do modelo, essa informação deve ser confirmada na especificação do equipamento, sem assumir que todo modelo atende à mesma condição.
Na irrigação, a bomba centrífuga multiestágio pode ser considerada quando a aplicação exige pressão para vencer distâncias, desníveis ou necessidades específicas de distribuição.
Ainda assim, o dimensionamento deve partir dos dados reais do sistema, como vazão requerida, layout, tipo de rede, pontos de perda de carga e características do fluido bombeado.
A RO BOMBAS atua com venda, manutenção, instalação e reparo de bombas e motores elétricos, além do fornecimento de peças sobressalentes.
Sua experiência atende diferentes setores, incluindo indústrias papeleiras, alimentícias, químicas e petroquímicas, bebidas, shoppings, concreterias, mineração e irrigação.
Esse contexto é relevante porque aplicações de alta pressão exigem leitura técnica do sistema, e não apenas a substituição direta de um equipamento por outro.
Para conteúdos relacionados à manutenção industrial, o ideal é observar a bomba como parte de um conjunto: motor elétrico, tubulações, válvulas, selo mecânico, ponto de operação e fluido bombeado.
Quando esses elementos são avaliados em conjunto, a escolha tende a ser mais segura e alinhada ao uso real.
FAQ rápido: onde a bomba centrífuga multiestágio costuma ser usada?
Ela costuma ser usada em indústrias, pressurização predial, hotéis, hospitais, condomínios, sistemas de abastecimento de água, caldeiras, irrigação e processos industriais que exigem alta pressão.
A indicação final depende de fluido, pressão, vazão, temperatura e condições de instalação.
Materiais, configuração e compatibilidade do fluido
Na especificação de uma bomba centrífuga multiestágio, o material construtivo, a configuração de instalação e a compatibilidade do fluido devem ser avaliados em conjunto.
Não basta escolher entre aço inoxidável, ferro fundido ou materiais especiais apenas pela aparência de resistência: a decisão depende do líquido bombeado, da temperatura, da pressão exigida, do ambiente de operação e das condições de manutenção.
Em aplicações com água limpa e líquidos quimicamente compatíveis, a bomba pode ser fornecida em diferentes construções, conforme o modelo e a necessidade do sistema.
O aço inoxidável tende a ser considerado quando a resistência à corrosão e a durabilidade em determinados ambientes são fatores relevantes.
O ferro fundido pode ser adequado em aplicações compatíveis com esse tipo de construção.
Já materiais especiais exigem análise técnica mais criteriosa, principalmente quando há exposição a fluidos agressivos, temperatura elevada ou condições fora do padrão.
A temperatura do líquido também interfere na escolha.
No contexto da bomba centrífuga multiestágio fornecida pela RO BOMBAS, há modelos projetados para operar com líquidos de até 120 °C, dependendo da versão.
Esse limite não deve ser tratado como regra universal para qualquer instalação: é necessário confirmar o modelo, o fluido, a vedação e o regime de operação antes da especificação.
Checklist antes de especificar a bomba:
- Qual é o fluido bombeado: água limpa ou líquido quimicamente compatível?
- O líquido possui característica corrosiva, abrasiva ou agressiva ao material?
- Qual é a temperatura de operação do fluido?
- Qual pressão e altura manométrica o sistema exige?
- A instalação comporta melhor uma configuração horizontal ou vertical?
- Há limitação de espaço, acesso para manutenção ou restrição de alinhamento?
- O selo mecânico é compatível com o fluido, a temperatura e a rotina de operação?
- As peças sobressalentes necessárias poderão ser identificadas e fornecidas corretamente?
A configuração horizontal ou vertical também deve ser definida com base no espaço disponível, no arranjo hidráulico, na facilidade de instalação e no acesso para inspeção.
Em muitos projetos, a orientação da bomba influencia a integração com tubulações, base, motor elétrico e pontos de manutenção.
Por isso, a escolha da configuração não deve ser feita isoladamente, mas dentro da realidade física e operacional do sistema.
O selo mecânico merece atenção especial porque atua diretamente na vedação do conjunto.
Mesmo quando a bomba é robusta, uma vedação inadequada para o fluido ou para a temperatura pode comprometer a confiabilidade da operação.
Em caso de líquido agressivo, condição térmica elevada ou dúvida sobre compatibilidade química, a recomendação prudente é consultar um fornecedor especializado antes da compra, reparo ou substituição de componentes.
A RO BOMBAS atua com venda, manutenção, instalação e reparo de bombas e motores elétricos, além de fornecer peças sobressalentes e atuar como assistência técnica de fabricantes renomados do mercado.
As parcerias informadas com MS Metalúrgica, Thebe (Ebara), Schneider, KSB e WDM Pumps reforçam a importância de especificar materiais, vedações e componentes com critério técnico, evitando escolhas baseadas apenas em potência, formato ou disponibilidade imediata.
Como escolher uma bomba d água centrífuga para alta pressão
Escolher uma bomba d água centrífuga para alta pressão não deve começar pela potência do motor, mas pelos requisitos reais do sistema.
Em muitas aplicações, o erro está em observar apenas a vazão desejada e ignorar a altura manométrica, a pressão necessária, o regime de operação e as condições de instalação.
Em bombas centrífugas multiestágio, esse cuidado é ainda mais importante porque os múltiplos estágios são justamente usados para elevar a pressão de forma progressiva.
Por isso, a especificação precisa considerar o conjunto completo: fluido bombeado, ponto de operação, motor elétrico, eficiência energética, ruído admissível, vida útil esperada e facilidade de manutenção.
Guia rápido de decisão para alta pressão
-
Defina a vazão necessária
A vazão indica quanto líquido o sistema precisa movimentar em determinado período.
Em abastecimento, pressurização predial, irrigação ou processos industriais, esse dado deve refletir a demanda real da operação, não apenas uma estimativa genérica.
-
Calcule a altura manométrica total
A altura manométrica reúne desnível, perdas por tubulação, conexões, válvulas e pressão requerida no ponto de consumo.
Para aplicações de alta pressão, esse é um dos critérios mais decisivos, pois uma bomba subdimensionada pode não entregar a pressão necessária, enquanto uma escolha inadequada pode gerar operação ineficiente.
-
Verifique o regime de operação
Avalie se a bomba trabalhará de forma contínua, intermitente ou em ciclos frequentes.
O regime influencia a seleção do equipamento, do motor elétrico e da estratégia de manutenção.
Operação contínua, por exemplo, exige atenção maior à eficiência, à dissipação de calor e ao acompanhamento preventivo.
-
Confirme a compatibilidade com o sistema existente
A bomba precisa dialogar com tubulações, conexões, painel elétrico, base de instalação, condições de sucção e requisitos do processo.
Em muitos casos, trocar apenas a bomba sem avaliar o sistema pode manter problemas de perda de pressão, ruído, vibração ou consumo elevado.
-
Considere eficiência energética, ruído e vida útil
Uma escolha tecnicamente correta tende a favorecer operação mais estável.
No entanto, baixo ruído, boa eficiência e maior vida útil dependem da aplicação correta, da instalação adequada e da manutenção, não apenas da compra do equipamento.
-
Avalie suporte técnico e disponibilidade de manutenção
Para sistemas de alta pressão, o suporte especializado ajuda a evitar decisões baseadas apenas em potência aparente ou comparação superficial de modelos.
A RO BOMBAS atua com venda, instalação, manutenção e reparo de bombas e motores elétricos, além de atendimento personalizado em soluções para diferentes aplicações industriais e prediais.
Checklist técnico antes de solicitar uma bomba centrífuga
- Qual é a vazão necessária para o sistema?
- Qual é a altura manométrica total?
- Qual pressão precisa ser atingida no ponto de uso?
- O fluido é água limpa ou líquido quimicamente compatível?
- A operação será contínua ou intermitente?
- Quais são as condições de instalação, alimentação do motor elétrico e manutenção disponível?
Quais dados preciso informar antes de solicitar uma bomba centrífuga?
Antes de consultar um fornecedor especializado, reúna informações sobre vazão, altura manométrica, pressão desejada, tipo de fluido, temperatura de operação, configuração disponível para instalação, regime de trabalho e características do motor elétrico.
Esses dados ajudam a orientar a especificação com mais segurança e reduzem o risco de escolher uma solução incompatível com a aplicação.
A experiência acumulada por Roseli desde 1987 no setor de bombas e motores elétricos reforça a abordagem técnica da RO BOMBAS: entender a necessidade do sistema antes de indicar uma solução.
Para informações comerciais, disponibilidade e adequação do equipamento ao seu projeto, a recomendação é consultar diretamente a empresa.
Manutenção, eficiência e suporte técnico especializado
A eficiência de uma bomba centrífuga multiestágio não depende apenas da compra do equipamento correto.
Baixo ruído, operação contínua, vida útil prolongada e economia operacional também estão ligados à instalação adequada, à compatibilidade das peças, ao acompanhamento do desempenho e à manutenção preventiva realizada com critério técnico.
Em sistemas que trabalham com alta pressão, pequenos desvios podem indicar perda de rendimento ou risco de falha.
Por isso, a análise não deve se limitar ao motor elétrico ou à bomba isoladamente: é necessário observar o conjunto formado por bomba, selo mecânico, tubulação, fluido, condições de operação e demanda real do sistema.
Sinais de atenção durante a operação
Alguns sintomas merecem avaliação técnica antes que o problema evolua para parada, reparo mais complexo ou troca desnecessária de componentes:
- Ruído incomum: pode indicar desalinhamento, desgaste, cavitação, folgas ou condição inadequada de operação.
- Vibração acima do normal: pode estar relacionada à instalação, base, acoplamento, rotor, rolamentos ou operação fora do ponto adequado.
- Queda de pressão: pode ocorrer por desgaste interno, obstruções, entrada de ar, problema no sistema hidráulico ou dimensionamento incompatível.
- Vazamentos: exigem atenção especial ao selo mecânico, conexões e condição de vedação.
- Aquecimento anormal do motor elétrico: pode estar associado a sobrecarga, alimentação elétrica, ventilação, regime de trabalho ou incompatibilidade com a aplicação.
- Aumento no consumo de energia: pode sinalizar perda de eficiência energética, atrito excessivo ou funcionamento fora da condição prevista.
- Redução de vazão: deve ser analisada junto com pressão, altura manométrica, tubulação e características do fluido.
- Necessidade frequente de reparo: pode indicar que o problema não está apenas em uma peça, mas no conjunto de operação.
Esses sinais não devem ser interpretados de forma isolada.
Uma bomba pode apresentar ruído por diferentes causas, assim como uma queda de pressão pode estar ligada ao equipamento, à instalação ou ao próprio sistema.
A melhor decisão costuma vir de uma inspeção técnica que considere histórico de operação, fluido bombeado, condições de instalação e componentes envolvidos.
Boas práticas gerais de manutenção
Para preservar eficiência e confiabilidade, a manutenção preventiva deve combinar observação operacional, inspeção técnica e uso de peças compatíveis.
Entre as práticas mais importantes estão:
- Acompanhar ruído, vibração, pressão e vazão ao longo do tempo.
- Verificar sinais de vazamento no selo mecânico e nas conexões.
- Avaliar o estado do motor elétrico, incluindo aquecimento, fixação e funcionamento.
- Observar se a bomba opera dentro da aplicação prevista, especialmente em sistemas de alta pressão.
- Confirmar se o fluido bombeado é compatível com os materiais e a vedação do equipamento.
- Utilizar peças sobressalentes compatíveis com o modelo e a condição de operação.
- Evitar decisões de troca baseadas apenas em potência aparente, sem avaliar pressão, vazão e altura manométrica.
- Solicitar avaliação profissional quando houver alteração de desempenho, ruídos incomuns, vibração ou vazamentos recorrentes.
A manutenção corretiva também tem seu papel, principalmente quando há falha, desgaste ou necessidade de reparo.
Porém, em aplicações industriais, prediais e de abastecimento, depender apenas de intervenções emergenciais pode dificultar o controle de desempenho.
A manutenção preventiva ajuda a identificar desvios antes que eles comprometam a eficiência energética ou a continuidade operacional.
Por que a eficiência depende do sistema completo
Uma bomba centrífuga multiestágio é projetada para gerar pressão elevada por meio de múltiplos rotores e estágios.
Ainda assim, seu desempenho real depende de fatores externos ao equipamento, como instalação, tubulação, ponto de operação, tipo de fluido, temperatura, condição do motor elétrico e compatibilidade dos componentes.
Isso significa que uma bomba tecnicamente adequada pode perder eficiência se estiver instalada em um sistema com restrições, desalinhamento, entrada de ar, peças inadequadas ou manutenção insuficiente.
Da mesma forma, a substituição de uma peça sem diagnóstico pode não resolver a causa principal do problema.
Antes de decidir entre reparo, troca de componentes ou substituição do equipamento, é recomendável analisar o conjunto.
Essa abordagem reduz o risco de escolhas inadequadas e permite avaliar se o problema está na bomba, no motor, na vedação, na instalação ou nas condições reais de operação.
Suporte técnico e atuação da RO BOMBAS
A RO BOMBAS é especializada em manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de atuar com instalação e reparo.
A empresa também trabalha como assistência técnica de fabricantes renomados do mercado, conforme sua atuação informada, e mantém parcerias com marcas como MS Metalúrgica, Thebe (Ebara), Schneider, KSB e WDM Pumps.
Esse contexto é relevante porque sistemas com bombas centrífugas multiestágio exigem avaliação técnica cuidadosa, especialmente quando envolvem alta pressão, operação contínua, selo mecânico, motor elétrico e necessidade de peças compatíveis.
A experiência acumulada no setor contribui para orientar decisões mais seguras, sem transformar a escolha do equipamento ou do reparo em uma simples comparação de potência ou preço.
Para dúvidas sobre diagnóstico, manutenção, reparo, instalação ou compatibilidade de peças, o ideal é consultar a RO BOMBAS por meio do atendimento relacionado a assistência técnica, informando dados do equipamento, aplicação, fluido, sintomas observados e condições de operação.
Perguntas frequentes
Quando procurar suporte técnico para uma bomba centrífuga multiestágio?
Quando houver ruído incomum, vibração, queda de pressão, vazamento, aquecimento do motor elétrico, perda de vazão ou necessidade frequente de reparo.
Manutenção preventiva melhora a eficiência energética?
Ela pode contribuir para preservar o desempenho do sistema, pois ajuda a identificar desgaste, desalinhamento, vazamentos e operação inadequada.
A eficiência depende do conjunto formado por bomba, motor, instalação, fluido e condições de uso.
Todo vazamento indica troca da bomba?
Não necessariamente.
Vazamentos podem envolver selo mecânico, conexões, vedação ou condições de operação.
A decisão entre reparo, troca de peça ou substituição deve ser feita após avaliação técnica.
Ruído baixo é confiabilidade de funcionamento correto?
Não.
Baixo ruído é um bom indicativo, mas não substitui acompanhamento de pressão, vazão, vibração, temperatura e inspeção dos componentes.
Peças sobressalentes podem ser escolhidas apenas por aparência ou medida?
Não é recomendado.
A compatibilidade deve considerar modelo, aplicação, material, vedação, fluido e condições de operação.
Antes de trocar a bomba, o que deve ser avaliado?
É importante analisar pressão requerida, vazão, altura manométrica, estado do motor elétrico, instalação, selo mecânico, fluido bombeado e histórico de manutenção.
Para saber mais sobre bomba d água centrífuga
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Campinas
- VALINHOS
- TIETE
- VINHEDO
- BOITUVA
- INDAIATUBA
- PIRACICABA
- HORTOLÂNDIA
- SÃO JOÃO DA BOA VISTA
- SUMARÉ
- TATUÍ
- SALTO
- VÁRZEA PAULISTA
- ITU
- RAFARD
- SOROCABA
- ITATIBA
- JUNDIAÍ
- LINDÓIA
- ITUPEVA
- ÁGUAS DE LINDÓIA
- COSMÓPOLIS
- SERRA NEGRA
- SANTO ANTÔNIO DE POSSE
- ATIBAIA
- HOLAMBRA
- SANTA BÁRBARA D'OESTE
- JAGUARIÚNA
- ALUMÍNIO
- PEDREIRA
- CAÇAPAVA
- AMPARO
- JACAREÍ
- MOGI MIRIM
- ELIAS FAUSTO
- MOGI GUAÇU
- SUZANO
- NOVA ODESSA
- AMERICANA
- LIMEIRA
- LOUVEIRA
- CABREÚVA
- ARTHUR NOGUEIRA
- CERQUILHO
- PAULÍNIA
- MONTE MOR
- CAPIVARI
- JANDIRA