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manutenção em bomba de diafragma
manutenção em bomba de diafragma
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manutenção em bomba de diafragma

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O que é a manutenção em bomba de diafragma e por que ela importa?

A manutenção em bomba de diafragma é o conjunto de verificações, ajustes e reparos que preserva a segurança e a eficiência do equipamento em processos com líquidos corrosivos, viscosos ou com sólidos em suspensão.

Ela é relevante para indústrias químicas, alimentícias, farmacêuticas, cosméticas, petroquímicas, mineradoras e estações de tratamento de água e efluentes.

O que considerar ao avaliar manutenção em bomba de diafragma

A bomba de diafragma é uma bomba de deslocamento positivo: em vez de depender apenas da rotação de um rotor, ela movimenta o fluido pela ação alternada de um diafragma, criando ciclos de sucção e descarga.

Esse princípio ajuda no bombeamento de fluidos agressivos, produtos abrasivos e líquidos de diferentes viscosidades, inclusive em aplicações que podem envolver partículas sólidas em suspensão.

Na prática industrial, esse tipo de bomba pode ter acionamento pneumático ou acionamento elétrico, conforme a configuração do equipamento e as exigências do processo.

Por isso, a manutenção não deve observar apenas uma peça isolada: ela precisa considerar o diafragma, o corpo da bomba, as vedações, as conexões, o comportamento da vazão, a pressão, o tipo de fluido e as condições de operação.

Embora a bomba de diafragma seja reconhecida por sua robustez e baixa necessidade de manutenção em comparação com aplicações mais sensíveis, isso não significa ausência de falhas.

Em ambientes industriais, desgaste químico, abrasividade, variações de temperatura, operação contínua e contato com sólidos podem comprometer componentes ao longo do tempo.

A manutenção industrial, nesse contexto, reduz riscos de parada não programada, vazamentos e perda de desempenho.

É útil diferenciar três níveis de cuidado:

  • Manutenção de rotina: acompanhamento periódico de sinais visíveis e operacionais, como vazamentos, ruídos, vibração, pulsação e queda de vazão.
  • Inspeção técnica: avaliação mais detalhada para entender se há desgaste, necessidade de limpeza, ajuste, troca de peças ou orientação de operação.
  • Reparo corretivo: intervenção realizada quando já existe falha, perda de eficiência, dano em componente ou parada do equipamento.

Para decisores industriais, essa diferença é importante porque nem toda ocorrência exige o mesmo tipo de intervenção.

Um ruído incomum pode indicar necessidade de inspeção; um vazamento pode exigir ação imediata; e uma queda gradual de desempenho pode apontar para desgaste acumulado.

A análise correta depende do fluido bombeado, da viscosidade, da presença de partículas, do material construtivo da bomba e do regime de trabalho.

A RO BOMBAS atua com venda, instalação, manutenção, conserto e reparo de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de prestar assistência técnica para os principais fabricantes do mercado.

A empresa foi criada a partir da experiência acumulada de Roseli, que atua no segmento de bombas e motores elétricos desde 1987, com trajetória em vendas, manutenção, atendimento técnico, liderança de equipes e projetos industriais.

Esse histórico reforça uma abordagem consultiva: antes de indicar uma ação, é necessário compreender a aplicação, o fluido, o tipo de acionamento, as condições do processo e a criticidade do equipamento.

Assim, a manutenção em bomba de diafragma deixa de ser apenas uma resposta a falhas e passa a fazer parte da segurança operacional e da continuidade produtiva.

Manutenção preventiva, corretiva e inspeção: quando cada abordagem faz sentido?

A escolha entre manutenção preventiva, manutenção corretiva e inspeção técnica em uma bomba de diafragma depende do uso industrial, do fluido bombeado, do material construtivo do equipamento e dos sinais apresentados durante a operação.

Em uma manutenção em bomba de diafragma, o objetivo é preservar a eficiência operacional, reduzir o risco de parada não programada e orientar intervenções compatíveis com as condições reais do processo.

Manutenção preventiva: rotina para evitar desgaste crítico

A manutenção preventiva é indicada quando a bomba ainda está operando, mas precisa de acompanhamento periódico para evitar que pequenos sinais evoluam para falhas.

Em bombas de diafragma, essa abordagem costuma envolver a verificação de componentes sujeitos a desgaste, análise de vedação, observação de ruídos, identificação de vazamentos e acompanhamento do desempenho do bombeamento.

Essa rotina é especialmente relevante em aplicações com fluidos agressivos, viscosos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, pois essas condições podem acelerar o desgaste de diafragmas, vedações, válvulas e conexões.

Mesmo sendo um equipamento conhecido pela robustez e pela baixa necessidade de manutenção em comparação com outras soluções industriais, a bomba de diafragma não deve ser tratada como isenta de falhas.

Na prática, a manutenção preventiva ajuda a responder perguntas como: o equipamento mantém a vazão esperada? Há alteração de pressão? Existe sinal de vazamento? O acionamento pneumático ou elétrico apresenta comportamento diferente do habitual? A bomba está operando dentro das condições recomendadas para o fluido e para o processo?

Manutenção corretiva: intervenção após falha, perda de eficiência ou parada

A manutenção corretiva faz sentido quando já existe um sintoma claro de mau funcionamento, perda de eficiência, desgaste avançado ou parada do equipamento.

Nessa situação, a intervenção busca identificar a causa provável do problema e realizar o reparo necessário para restabelecer a operação com segurança.

Entre os cenários que podem levar à manutenção corretiva estão queda de vazão, perda de pressão, vazamento visível, vibração incomum, ruído anormal, pulsação irregular, dificuldade de sucção ou desgaste recorrente de diafragmas.

Esses sintomas não indicam, por si só, uma causa única.

Podem estar ligados a obstruções, desgaste de componentes, incompatibilidade operacional, instalação inadequada ou condições irregulares de alimentação, como ar comprimido instável em modelos pneumáticos.

A manutenção corretiva não deve ser vista apenas como troca de peça.

Em ambientes industriais, a análise precisa considerar o histórico de operação, o tipo de fluido, a viscosidade, a presença de partículas sólidas, a temperatura do líquido e a criticidade do equipamento dentro da linha de produção.

Sem essa avaliação, há risco de corrigir o sintoma sem eliminar a origem da falha.

Inspeção técnica: avaliação para decidir o melhor caminho

A inspeção técnica fica entre a rotina preventiva e o reparo corretivo.

Ela é indicada quando há dúvida sobre o estado da bomba ou quando o equipamento apresenta sinais iniciais que ainda não justificam uma intervenção imediata sem diagnóstico.

O papel da inspeção é orientar decisões como limpeza, ajustes, troca de peças, revisão de vedação, avaliação do diafragma ou reparo mais amplo.

Essa etapa é útil quando a equipe percebe alteração de desempenho, mas ainda não sabe se o problema está no próprio equipamento, no fluido bombeado, nas conexões, nas válvulas, no sistema de acionamento ou nas condições de instalação.

Em bombas de diafragma utilizadas com produtos químicos, efluentes, fluidos viscosos ou materiais com sólidos em suspensão, a inspeção também ajuda a avaliar se o conjunto está adequado à severidade da aplicação.

Microchecklist de decisão: qual abordagem considerar?

Antes de solicitar uma intervenção, vale organizar os principais sinais observados:

  • Houve queda de vazão em relação ao comportamento normal da bomba?
  • A pressão de operação sofreu alteração sem mudança planejada no processo?
  • Há vazamento em conexões, vedações, câmaras ou no corpo da bomba?
  • O equipamento passou a apresentar ruído anormal, vibração ou pulsação irregular?
  • Existe dificuldade de sucção ou perda de desempenho durante o bombeamento?
  • O fluido bombeado é corrosivo, viscoso, abrasivo ou contém partículas sólidas?
  • A bomba teve contato recente com fluido agressivo ou operou em condição diferente da usual?
  • O problema ocorreu de forma pontual ou já se repete em ciclos de operação?

Se a maioria das respostas aponta para sinais leves e controlados, a manutenção preventiva ou uma inspeção técnica podem ser suficientes para orientar a próxima ação.

Se há perda de eficiência, vazamento relevante, falha recorrente ou parada do equipamento, a manutenção corretiva tende a ser a abordagem mais adequada, sempre após avaliação técnica.

O que considerar antes de definir a intervenção

Nenhuma recomendação deve ser aplicada de forma isolada.

A decisão correta depende das condições de operação, do fluido bombeado, do material da bomba, do tipo de diafragma, do regime de trabalho, da temperatura do líquido e da orientação técnica aplicável ao equipamento.

Bombas fabricadas em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou materiais plásticos de engenharia podem ter comportamentos diferentes conforme o processo, assim como diafragmas em borracha, PTFE ou elastômeros especiais podem sofrer desgastes distintos conforme compatibilidade química e abrasividade do fluido.

Por isso, a avaliação técnica é parte essencial da confiabilidade operacional.

Em vez de tratar a manutenção como uma ação emergencial, indústrias que utilizam bombas de diafragma em processos químicos, alimentícios, farmacêuticos, cosméticos, petroquímicos, de mineração ou tratamento de água e efluentes tendem a obter maior controle quando combinam inspeção, prevenção e correção conforme os sinais reais do equipamento.

Principais componentes avaliados durante a manutenção

Durante a manutenção de uma bomba de diafragma, a avaliação técnica não se limita a trocar uma peça desgastada.

O objetivo é entender como o conjunto está trabalhando em relação ao fluido bombeado, ao material construtivo, ao tipo de acionamento e às condições do processo industrial.

Isso ajuda a reduzir dúvidas antes da assistência técnica e evita decisões baseadas apenas no sintoma aparente.

  • Diafragmas: são componentes centrais da bomba de deslocamento positivo e podem ser confeccionados em borracha, PTFE, Teflon® ou elastômeros especiais, conforme a configuração do equipamento.

    Na manutenção, normalmente são verificados sinais de desgaste, deformação, ruptura, ressecamento ou ataque químico.

    A escolha e a substituição devem considerar a compatibilidade química com o fluido, sem presumir que um material serve para todas as aplicações.

  • Corpo da bomba: pode ser fabricado em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou materiais plásticos de engenharia.

    A inspeção observa a integridade do corpo, possíveis marcas de corrosão, abrasão, trincas, acúmulo de resíduos e condições das áreas de contato com o fluido.

    Em processos com líquidos corrosivos, viscosos ou com partículas sólidas, essa análise é especialmente importante para avaliar se o desgaste está dentro do esperado para a aplicação.

  • Vedações e conexões: pontos de vedação, juntas e conexões são avaliados para identificar vazamentos, folgas, ressecamento, perda de aperto ou sinais de incompatibilidade operacional.

    Mesmo pequenos vazamentos podem indicar desgaste progressivo ou montagem inadequada, principalmente quando a bomba trabalha com fluidos agressivos, produtos químicos ou líquidos de maior viscosidade.

  • Válvulas e câmaras internas: válvulas, passagens internas e câmaras da bomba podem sofrer obstruções, incrustações ou desgaste conforme o tipo de fluido bombeado.

    Em aplicações com sólidos em suspensão ou materiais abrasivos, a inspeção busca entender se há restrição de passagem, perda de eficiência, pulsação irregular ou dificuldade de sucção relacionada a resíduos e desgaste de componentes.

  • Partes de acionamento pneumático ou elétrico: como a bomba de diafragma pode ter acionamento pneumático ou elétrico, a manutenção também considera o comportamento do sistema de acionamento em termos gerais.

    Em modelos pneumáticos, a regularidade do ar comprimido e a resposta do conjunto podem influenciar o desempenho.

    Em modelos elétricos, a avaliação deve observar o funcionamento do acionamento sem substituir a análise técnica específica do equipamento e do fabricante.

  • Peças sobressalentes e compatibilidade: a troca de componentes deve ser orientada pelo modelo da bomba, pelo material construtivo, pelo fluido bombeado e pelas condições reais de operação.

    Viscosidade, abrasividade, temperatura do líquido até 100 °C e presença de partículas sólidas podem alterar a velocidade de desgaste dos diafragmas, vedações, válvulas e demais partes em contato com o processo.

A RO BOMBAS atua com venda de peças sobressalentes, manutenção, conserto e reparo de bombas, além de trabalhar com motores elétricos e assistência técnica para fabricantes do mercado.

Na prática, isso permite uma avaliação mais completa do conjunto, considerando não apenas o componente danificado, mas também a aplicação industrial, o tipo de fluido e a necessidade de continuidade operacional.

Sinais de falha em bomba de diafragma: sintomas que exigem atenção

Identificar cedo os sinais de falha em uma bomba de diafragma ajuda a evitar que uma perda de desempenho evolua para parada não programada ou risco operacional.

A triagem abaixo não substitui diagnóstico técnico, mas orienta quando a manutenção em bomba de diafragma deve ser avaliada com mais atenção.

Principais sintomas que indicam necessidade de verificação técnica:

  • Queda de vazão: pode estar associada a obstrução parcial, desgaste de componentes internos, restrição na sucção, presença de sólidos em suspensão ou alteração na viscosidade do fluido.
  • Perda de pressão: pode indicar vedação comprometida, válvulas com desgaste, ajuste inadequado do sistema ou operação fora das condições recomendadas para o equipamento.
  • Vazamento: exige atenção imediata, especialmente quando envolve fluido corrosivo, químico, abrasivo ou agressivo. A causa pode envolver vedação, conexões, diafragma danificado ou incompatibilidade operacional.
  • Vibração acima do normal: pode estar relacionada a instalação inadequada, fixação deficiente, pulsação irregular, esforço excessivo na sucção ou condições instáveis de operação.
  • Ruído anormal: ruídos metálicos, batidas, estalos ou variações incomuns podem indicar desgaste, cavitação, passagem irregular do fluido ou funcionamento fora do regime esperado.
  • Pulsação irregular: em bombas de deslocamento positivo, variações excessivas na pulsação podem apontar falhas de alimentação, ar comprimido irregular em modelos pneumáticos, válvulas sujas ou componentes internos desgastados.
  • Dificuldade de sucção: pode ocorrer por obstrução, entrada de ar, fluido muito viscoso, tubulação inadequada, partículas sólidas ou condição de instalação que dificulte o preenchimento correto da câmara.
  • Desgaste recorrente de diafragmas: quando o diafragma em borracha, PTFE, Teflon® ou elastômero especial apresenta desgaste repetido, a análise deve considerar compatibilidade química, abrasividade, temperatura do líquido, presença de partículas e regime de operação.

Esses sintomas não devem ser interpretados isoladamente.

Uma bomba de diafragma aplicada em indústria química, alimentícia, farmacêutica, cosmética, petroquímica, mineração ou estação de tratamento de água e efluentes pode apresentar comportamentos diferentes conforme o fluido bombeado, a viscosidade, a temperatura, a presença de sólidos em suspensão e o tipo de acionamento pneumático ou elétrico.

Como interpretar os sinais sem precipitar o diagnóstico

Uma queda de vazão, por exemplo, nem sempre significa falha grave no equipamento.

Ela pode estar ligada a obstrução na linha, alteração do produto bombeado ou restrição na sucção.

Da mesma forma, vibração e ruído podem ter origem na instalação, no regime de operação ou no contato com fluidos abrasivos.

Por isso, a avaliação técnica deve cruzar sintomas visíveis com histórico de operação, tipo de fluido, material construtivo da bomba e condições indicadas pelo fabricante.

Alerta técnico: não opere a bomba fora das condições recomendadas pelo fabricante, especialmente quando houver fluido agressivo, corrosivo, abrasivo, viscoso ou com partículas sólidas.

Se houver vazamento, ruído intenso, perda súbita de pressão ou risco de contato com produto químico, o equipamento deve ser avaliado por assistência técnica antes de continuar em operação.

FAQ: quais sinais indicam que a bomba de diafragma precisa de manutenção?

Os sinais mais comuns são queda de vazão, perda de pressão, vazamento, vibração, ruído anormal, pulsação irregular, dificuldade de sucção e desgaste recorrente dos diafragmas.

A causa pode envolver obstrução, desgaste de componentes, instalação inadequada, ar comprimido irregular em modelos pneumáticos ou incompatibilidade entre fluido, material da bomba e condição de operação.

Boas práticas para aumentar a confiabilidade da bomba de diafragma

A confiabilidade da bomba de diafragma depende menos de intervenções emergenciais e mais de uma rotina preventiva bem conduzida.

Mesmo sendo um equipamento reconhecido pela baixa necessidade de manutenção e pela possibilidade de operar a seco, a operação deve respeitar as condições técnicas do processo, o tipo de fluido, o material construtivo e as orientações aplicáveis ao equipamento.

Checklist prático para operação e conservação:

  • Faça inspeções visuais frequentes: observe sinais de vazamento, trincas aparentes, conexões frouxas, acúmulo de resíduos e alterações no corpo da bomba, que pode ser fabricado em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou materiais plásticos de engenharia.
  • Mantenha a limpeza adequada ao processo: resíduos de fluido corrosivo, fluido viscoso, abrasivos ou sólidos em suspensão podem favorecer obstruções, desgaste prematuro e falhas de vedação quando não são controlados.
  • Acompanhe ruídos, vibrações e pulsação: mudanças no som de operação, vibração fora do padrão ou pulsação irregular podem indicar desgaste, restrição de passagem, condição inadequada de sucção ou necessidade de inspeção técnica.
  • Verifique vazamentos e pontos de vedação: vedações, conexões, válvulas e câmaras devem ser observadas com atenção, principalmente em aplicações com produtos químicos, fluidos agressivos ou partículas sólidas.
  • Avalie a compatibilidade do fluido: viscosidade, abrasividade, temperatura do líquido até 100 °C, presença de sólidos e agressividade química influenciam diretamente a vida útil de diafragmas em borracha, PTFE, Teflon® ou elastômeros especiais.
  • Respeite as condições de acionamento: em bombas pneumáticas, a qualidade e regularidade do ar comprimido devem ser consideradas; em bombas elétricas, a operação deve observar as condições técnicas do conjunto instalado.
  • Registre ocorrências e intervenções: criar um histórico de manutenção ajuda a identificar recorrência de falhas, variações de desempenho e situações em que a manutenção em bomba de diafragma deve deixar de ser apenas preventiva e passar por avaliação técnica mais detalhada.

Um ponto importante é não confundir a capacidade de funcionamento a seco com liberdade para operar fora das condições recomendadas.

Essa característica amplia a segurança operacional em determinadas situações, mas não elimina a necessidade de inspeção, limpeza, acompanhamento de desempenho e respeito aos limites do processo industrial.

Para que a rotina preventiva seja realmente útil, o plano de manutenção deve considerar fabricante, aplicação, fluido bombeado, material da bomba, tipo de diafragma, regime de operação e criticidade do equipamento na linha produtiva.

Em processos com fluido corrosivo, fluido viscoso, abrasivos ou sólidos em suspensão, a análise deve ser ainda mais cuidadosa, pois o desgaste pode variar bastante conforme a condição real de trabalho.

Como prática de gestão, vale manter um registro simples com data da inspeção, fluido bombeado, sintomas observados, peças verificadas, limpeza realizada e recomendações técnicas.

Esse histórico não promete eliminar falhas, mas melhora a rastreabilidade e facilita decisões sobre manutenção preventiva, inspeção técnica, conserto ou reparo.

Como escolher assistência técnica para manutenção de bombas de diafragma

Escolher uma assistência técnica para manutenção em bomba de diafragma exige mais do que procurar quem apenas desmonta e troca componentes.

Em aplicações industriais com fluidos corrosivos, viscosos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, a decisão deve considerar experiência técnica, capacidade de diagnóstico, acesso a peças sobressalentes, clareza na avaliação e conhecimento sobre diferentes fabricantes e configurações de bomba.

Um bom critério inicial é verificar se o fornecedor consegue avaliar o equipamento dentro do contexto real de operação.

A bomba de diafragma pode ter acionamento pneumático ou elétrico, corpo em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou materiais plásticos de engenharia, além de diafragmas em borracha, PTFE ou elastômeros especiais.

Por isso, a assistência técnica deve observar não apenas a falha aparente, mas também o fluido bombeado, a viscosidade, a temperatura do líquido, a presença de partículas, o regime de trabalho e as condições de instalação.

Na prática, antes de contratar uma assistência técnica, vale analisar os seguintes pontos:

  • Experiência técnica: procure uma empresa que entenda manutenção industrial, bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, pois muitas falhas envolvem mais de um componente do sistema.
  • Capacidade de diagnóstico: a avaliação deve investigar sintomas como queda de vazão, vazamento, perda de pressão, pulsação irregular, ruído, vibração e dificuldade de sucção sem assumir uma causa única antes da análise.
  • Acesso a peças sobressalentes: a disponibilidade de componentes adequados ajuda a orientar conserto, reparo ou substituição conforme a necessidade do equipamento.
  • Atendimento a diferentes fabricantes: bombas industriais podem variar em projeto, materiais e especificações, então é importante contar com suporte técnico habituado a lidar com os principais fabricantes do mercado.
  • Clareza na avaliação: a assistência deve explicar o que foi identificado, quais componentes exigem atenção e quais intervenções fazem sentido para a aplicação.
  • Suporte ao cliente: além do reparo, a orientação sobre uso, inspeção preventiva e histórico de ocorrências contribui para decisões mais seguras no processo industrial.

A RO BOMBAS Comércio e Serviços LTDA se posiciona nesse contexto como empresa especializada na manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de prestar assistência técnica para os principais fabricantes do mercado.

Fundada em 09 de janeiro de 2024, a empresa foi criada a partir da experiência acumulada de Roseli, que atua no segmento de bombas e motores elétricos desde 1987.

A trajetória de Roseli inclui experiência em vendas, manutenção, atendimento técnico, liderança de equipes e participação em projetos industriais.

Esse histórico é relevante porque a manutenção de bombas de diafragma não depende apenas da troca de peças: ela exige leitura técnica do processo, compreensão das condições de operação e comunicação clara com o cliente para definir o caminho mais adequado entre inspeção, conserto, reparo ou substituição de componentes.

Além da manutenção, a RO BOMBAS atua com venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, instalação, conserto e reparo.

Também opera como distribuidor, representante e fornecedor, com atendimento nacional, entrega direta e retirada conforme a necessidade do cliente e as características do projeto.

No portfólio de relacionamento técnico e comercial, a empresa destaca parcerias com marcas reconhecidas como MS Metalúrgica, Thebe, Schneider, KSB, Grundfos, entre outras.

Para quem está avaliando uma assistência técnica, o ponto central é buscar uma análise compatível com a criticidade do processo.

Uma bomba usada em indústria química, alimentícia, farmacêutica, cosmética, petroquímica, mineração, estação de tratamento de água ou efluentes pode exigir cuidados diferentes conforme o fluido, a abrasividade, a compatibilidade química e o material construtivo.

Por isso, uma avaliação técnica deve sempre considerar a aplicação antes de recomendar qualquer intervenção.

Se a sua empresa já pesquisa temas relacionados, vale conectar essa decisão a assuntos como manutenção em bombas, venda de bombas, venda de peças sobressalentes, manutenção industrial e manutenção em motores elétricos.

Esses tópicos ajudam a enxergar a bomba de diafragma como parte de um sistema maior, no qual desempenho, segurança operacional e disponibilidade de peças influenciam diretamente a continuidade do processo.

Para uma decisão mais segura, consulte a RO BOMBAS e solicite uma avaliação técnica conforme a aplicação, o fluido bombeado, o material da bomba, o tipo de acionamento e as características do projeto.

Essa conversa inicial ajuda a direcionar a melhor abordagem de manutenção, conserto ou reparo sem depender de suposições e sem tratar equipamentos industriais críticos como soluções padronizadas.

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