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bomba centrífuga multiestágio
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Bomba centrífuga multiestágio: aplicações, funcionamento e manutenção

O que é uma bomba centrífuga multiestágio e quando ela é indicada

Definição rápida: uma bomba centrífuga multiestágio é um equipamento que utiliza dois ou mais rotores em série para aumentar a pressão do líquido bombeado.

O que considerar ao avaliar bomba centrífuga multiestágio

Ela é indicada quando o sistema precisa vencer grandes alturas manométricas, pressurizar redes ou alimentar processos que exigem pressão elevada com vazão compatível e operação estável.

Na prática, a bomba centrífuga multiestágio parte do mesmo princípio de uma bomba centrífuga convencional: o motor elétrico aciona o conjunto hidráulico, o rotor transfere energia ao líquido e essa energia se converte em movimento e pressão.

A diferença está na presença de múltiplos estágios.

Cada estágio normalmente combina rotor e difusor ou componente hidráulico equivalente, permitindo que a pressão seja acumulada de forma progressiva ao longo do equipamento.

Isso é importante porque muitos sistemas não precisam apenas deslocar água limpa ou líquidos quimicamente compatíveis de um ponto a outro.

Eles precisam que esse líquido chegue com pressão suficiente para vencer desníveis, perdas de carga em tubulações, válvulas, conexões, filtros, trocadores ou exigências específicas de processo.

É nesse cenário que o conceito multiestágio ganha relevância técnica.

Um ponto essencial é não confundir pressão com vazão.

A vazão indica o volume de líquido movimentado em determinado período.

Já a pressão está ligada à energia necessária para transportar esse líquido contra resistências do sistema.

Em termos simples, uma aplicação pode exigir muita vazão com pressão moderada, ou uma vazão menor com pressão elevada.

A bomba multiestágio tende a ser considerada quando a pressão requerida é um fator crítico, mas a seleção correta depende da combinação entre pressão, vazão e condições reais de operação.

Ela costuma ser indicada para sistemas que exigem alta pressão, como pressurização predial, abastecimento de água, alimentação de caldeiras, irrigação e processos industriais.

Também pode ser aplicada em ambientes industriais que trabalham com água limpa ou líquidos quimicamente compatíveis, desde que o modelo, os materiais construtivos, a vedação e a temperatura de operação estejam adequados ao fluido.

A escolha, porém, não deve ser feita apenas pela pressão final desejada.

Um erro comum é analisar somente a altura manométrica e ignorar fatores que afetam desempenho, vida útil e manutenção.

Antes de especificar uma bomba, é recomendável avaliar:

  • Fluido bombeado: água limpa ou líquido quimicamente compatível com os materiais da bomba.
  • Temperatura do líquido: alguns modelos podem operar com líquidos de até 120 °C, dependendo da configuração.
  • Vazão necessária: volume requerido pelo sistema em operação normal e em possíveis picos de demanda.
  • Pressão requerida: altura manométrica total, perdas de carga e pressão mínima no ponto de uso.
  • Configuração da instalação: espaço disponível, posição de montagem, acesso para manutenção e integração com tubulações.
  • Regime de operação: uso intermitente, contínuo ou com variações de demanda.
  • Motor elétrico: compatibilidade entre acionamento, potência requerida e condições elétricas do sistema.
  • Manutenção disponível: facilidade de inspeção, troca de peças sobressalentes e atendimento técnico.

Também é necessário respeitar os limites de aplicação.

Uma bomba centrífuga multiestágio não deve ser escolhida de forma genérica para qualquer líquido.

A compatibilidade química do fluido, a presença de partículas, a temperatura, a viscosidade e o tipo de vedação influenciam diretamente a seleção.

Quando esses fatores são desconsiderados, podem surgir problemas como perda de rendimento, ruído anormal, desgaste prematuro, falhas no selo mecânico, aquecimento do motor ou instabilidade na pressão.

Por isso, a avaliação técnica deve considerar os dados do sistema e não apenas a descrição do equipamento.

Em aplicações industriais, prediais ou de infraestrutura, uma mesma família de bomba pode atender necessidades diferentes, mas a configuração ideal pode variar conforme pressão, vazão, material, tipo de instalação e rotina de manutenção.

A RO BOMBAS atua na venda, instalação, manutenção e reparo de bombas e motores elétricos, além do fornecimento de peças sobressalentes.

Essa atuação se apoia na experiência setorial de Roseli, fundadora da empresa, cuja trajetória no segmento começou em 1987.

Para quem está dimensionando, substituindo ou avaliando uma bomba multiestágio, contar com orientação especializada ajuda a reduzir riscos de seleção inadequada e a alinhar o equipamento às condições reais de operação.

Principais aplicações em indústria, pressurização e abastecimento

A bomba centrífuga multiestágio é aplicada principalmente quando o sistema precisa elevar pressão de forma estável, mantendo vazão adequada para água limpa ou líquidos quimicamente compatíveis com o modelo selecionado.

Por isso, a mesma família de equipamento pode aparecer em ambientes bastante diferentes: desde sistemas de pressurização predial até processos industriais contínuos, caldeiras, abastecimento de água e irrigação.

Aplicações industriais

Em processos industriais, a bomba multiestágio costuma ser considerada quando há demanda por alta pressão, operação contínua e confiabilidade hidráulica.

Ela pode ser utilizada em linhas de água de processo, alimentação de sistemas auxiliares, transferência de líquidos compatíveis e circuitos que exigem pressão superior à obtida por bombas centrífugas de estágio único.

Entre os segmentos em que esse tipo de solução pode ser avaliado estão:

  • indústrias papeleiras;
  • indústrias alimentícias;
  • indústrias químicas e petroquímicas;
  • indústrias de bebidas;
  • mineração;
  • concreterias;
  • sistemas de irrigação;
  • processos industriais com necessidade de alta pressão.

A escolha, porém, não deve considerar apenas o setor de atuação.

Em uma indústria química ou petroquímica, por exemplo, a compatibilidade do líquido com os materiais da bomba, o tipo de vedação e a temperatura de operação são fatores críticos.

Já em aplicações alimentícias ou de bebidas, a análise técnica precisa observar as exigências do processo e a adequação do equipamento ao fluido bombeado, sem presumir que qualquer configuração atenderá a todas as condições.

Pressurização predial em hotéis, hospitais e condomínios

Em sistemas prediais, a bomba centrífuga multiestágio é frequentemente associada à pressurização de redes hidráulicas que precisam manter desempenho consistente em diferentes pontos de consumo.

Isso pode incluir hotéis, hospitais, condomínios, shoppings e outras edificações em que a pressão da água precisa ser compatível com a demanda do sistema.

Nesses casos, a seleção técnica deve avaliar a altura manométrica requerida, a vazão necessária, o regime de uso, o espaço disponível para instalação e a integração com o motor elétrico.

Uma bomba dimensionada sem considerar esses dados pode operar fora da faixa adequada, o que tende a prejudicar eficiência, ruído, estabilidade de pressão e vida útil dos componentes.

Abastecimento de água, caldeiras e irrigação

Em infraestrutura e utilidades, as bombas multiestágio podem ser aplicadas em sistemas de abastecimento de água, alimentação de caldeiras e irrigação, sempre que a pressão requerida justificar o uso de múltiplos estágios.

A lógica é simples: cada estágio contribui para o aumento de pressão, permitindo atender aplicações em que o fluido precisa vencer desníveis, perdas de carga ou requisitos operacionais mais elevados.

Mesmo em aplicações aparentemente simples, como água limpa, a avaliação técnica continua sendo importante.

Temperatura do líquido, condições de sucção, pressão desejada, vazão, regime de funcionamento e manutenção disponível influenciam diretamente a escolha entre configurações, materiais e tipos de vedação.

Ela serve para líquidos químicos?

Pode servir para líquidos quimicamente compatíveis, desde que o modelo, os materiais construtivos e a vedação sejam adequados ao fluido.

Essa é uma limitação importante: não basta identificar a necessidade de pressão.

É necessário verificar se o líquido, sua temperatura e suas características químicas são compatíveis com a bomba, o selo mecânico e demais componentes em contato com o fluido.

Ela pode ser usada em sistemas prediais?

Sim, pode ser avaliada para sistemas prediais de pressurização em condomínios, hotéis, hospitais, shoppings e edificações que demandam pressão estável.

A indicação depende do dimensionamento correto, considerando vazão, pressão requerida, perfil de consumo, instalação, motor elétrico e condições de operação.

Como a RO BOMBAS contribui na avaliação da aplicação

A RO BOMBAS atua com venda, manutenção, instalação e reparo de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de atender diferentes setores industriais e prediais.

A experiência setorial associada à trajetória de Roseli desde 1987 contribui para uma abordagem consultiva na análise de aplicações que envolvem alta pressão, sistemas contínuos e seleção de componentes compatíveis.

Para uma avaliação mais segura, é recomendável reunir informações como fluido bombeado, temperatura, vazão desejada, pressão requerida, tipo de instalação, regime de operação e características do motor elétrico.

Esses dados ajudam a definir se a bomba multiestágio é a solução adequada e quais cuidados devem ser observados em manutenção de bombas, venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes.

Configurações, materiais e características técnicas que influenciam a escolha

A escolha de uma bomba centrífuga multiestágio não deve ser tratada como uma simples comparação de componentes.

Configuração, material construtivo, vedação, motor elétrico, temperatura do líquido e compatibilidade química precisam ser avaliados em conjunto, porque cada item influencia a pressão gerada, a vazão disponível, a instalação, a manutenção e a confiabilidade do sistema.

Configuração horizontal ou vertical: não é só uma questão de formato

A configuração horizontal costuma ser considerada quando há espaço lateral para instalação, acesso facilitado aos componentes e necessidade de integração com determinados arranjos de tubulação e base.

Já a configuração vertical pode ser interessante em aplicações nas quais o espaço em planta é mais limitado ou quando o projeto hidráulico favorece esse tipo de montagem.

O ponto mais importante é que horizontal e vertical não representam apenas posições físicas da bomba.

A escolha interfere em acesso para inspeção, facilidade de manutenção, alinhamento com o motor elétrico, condições da casa de bombas e adaptação ao sistema existente.

Por isso, a seleção deve considerar o ambiente de instalação e não apenas a pressão desejada.

Múltiplos rotores e pressão acumulada por estágios

Em bombas multiestágio, o líquido passa por múltiplos rotores em série.

Cada estágio contribui para elevar a energia do fluido, permitindo atingir pressões superiores às de muitas bombas centrífugas de estágio único, desde que a seleção seja compatível com a curva do sistema.

Isso não significa que mais estágios sejam sempre a melhor solução.

A pressão requerida precisa ser analisada junto com a vazão, as perdas de carga da tubulação, o regime de operação e as características do fluido.

Uma bomba superdimensionada ou mal aplicada pode gerar operação instável, maior desgaste e consumo inadequado de energia.

Materiais construtivos: aço inoxidável, ferro fundido ou materiais especiais

O material da bomba deve ser definido conforme o líquido bombeado, a temperatura e as condições de operação.

Modelos podem ser fabricados em aço inoxidável, ferro fundido ou materiais especiais, conforme a necessidade da aplicação.

Em linhas gerais, a escolha do material deve responder a perguntas como: o fluido é água limpa ou possui características químicas específicas? Há risco de corrosão? A temperatura do líquido exige atenção adicional? O ambiente de instalação é agressivo? Essas respostas ajudam a evitar uma seleção baseada apenas no custo inicial ou na disponibilidade imediata do equipamento.

Vedação por selo mecânico e compatibilidade do líquido

A vedação por selo mecânico é um dos elementos que influenciam diretamente a confiabilidade operacional.

Sua especificação precisa considerar o fluido, a temperatura, a pressão de trabalho e as condições de operação contínua ou intermitente.

A bomba multiestágio é indicada para água limpa e líquidos quimicamente compatíveis, mas a palavra compatível é decisiva.

Mesmo quando o líquido parece adequado, a seleção deve confirmar se material, vedação e condições térmicas estão alinhados ao modelo escolhido.

Há equipamentos projetados para operar com líquidos de até 120 °C, dependendo do modelo, mas essa informação precisa ser validada tecnicamente antes da aplicação.

Checklist técnico para escolher uma bomba multiestágio

Antes de selecionar o equipamento, reúna as seguintes informações:

  • Fluido bombeado: água limpa ou líquido quimicamente compatível.
  • Temperatura do líquido: verificar se está dentro do limite permitido pelo modelo.
  • Pressão requerida: considerar altura manométrica, perdas de carga e pressão final desejada.
  • Vazão necessária: definir a demanda real do processo ou sistema.
  • Material construtivo: avaliar aço inoxidável, ferro fundido ou materiais especiais conforme o fluido e o ambiente.
  • Tipo de instalação: analisar se a configuração horizontal ou vertical é mais adequada ao espaço e à tubulação.
  • Motor elétrico: verificar compatibilidade com a aplicação e com o regime de operação.
  • Vedação: confirmar se o selo mecânico é adequado ao fluido, temperatura e pressão.
  • Manutenção prevista: considerar acesso para inspeção, reparo, troca de peças e disponibilidade de suporte técnico.

Lista rápida: fatores técnicos para escolher uma bomba multiestágio

Para escolher uma bomba multiestágio, avalie fluido, temperatura, pressão requerida, vazão, compatibilidade química, material construtivo, tipo de vedação, configuração horizontal ou vertical, motor elétrico, espaço de instalação e rotina de manutenção.

A decisão deve equilibrar desempenho hidráulico, segurança operacional e facilidade de assistência técnica.

Como a RO BOMBAS apoia essa decisão

A RO BOMBAS atua como distribuidor, representante e fornecedor de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de oferecer serviços de instalação, manutenção e reparo.

Nesse contexto, a análise técnica é essencial para relacionar o equipamento correto às condições reais do sistema, sem generalizar uma solução única para aplicações que podem variar bastante em pressão, vazão, fluido, temperatura e regime de operação.

Na prática, a melhor especificação é aquela que conecta projeto hidráulico, material, vedação, motor elétrico e manutenção futura.

Esse cuidado reduz escolhas inadequadas e ajuda o equipamento a operar dentro das condições para as quais foi selecionado.

Eficiência energética, ruído e vida útil na operação contínua

Em uma bomba centrífuga multiestágio, eficiência energética, baixo nível de ruído e vida útil não dependem apenas da qualidade do equipamento.

Esses resultados são influenciados pelo conjunto formado por seleção técnica, instalação, alinhamento entre bomba e motor elétrico, compatibilidade do fluido, regime de operação e manutenção preventiva.

Como esse tipo de bomba utiliza múltiplos estágios para elevar a pressão, a escolha correta evita que o sistema trabalhe fora da condição adequada de desempenho hidráulico.

Quando a bomba é subdimensionada, superdimensionada ou aplicada em um fluido incompatível, podem surgir perdas de eficiência, ruídos, vibrações e desgaste prematuro de componentes.

Eficiência energética: por que a seleção correta faz diferença

A eficiência energética em sistemas de bombeamento está ligada à capacidade de entregar a pressão e a vazão necessárias com operação estável.

Em bombas multiestágio, os rotores em série contribuem para gerar alta pressão de forma progressiva, mas o ganho operacional só se confirma quando o equipamento é compatível com a necessidade real do sistema.

Na prática, a economia operacional depende de fatores como:

  • pressão requerida no ponto de operação;
  • vazão necessária para o processo;
  • características do líquido bombeado;
  • temperatura de trabalho permitida pelo modelo;
  • material construtivo e tipo de vedação;
  • condição do motor elétrico;
  • instalação hidráulica adequada;
  • rotina de inspeção e manutenção preventiva.

Por isso, não é tecnicamente responsável afirmar uma economia fixa para todos os projetos.

Dois sistemas com a mesma bomba podem apresentar comportamentos diferentes se houver variação em altura manométrica, perdas na tubulação, ciclo de trabalho, temperatura do fluido ou condição de manutenção.

Ruído baixo não significa ausência de acompanhamento

O baixo nível de ruído é um benefício esperado em aplicações bem dimensionadas e corretamente instaladas, especialmente em sistemas que exigem operação contínua.

Ainda assim, ruído anormal deve ser tratado como sinal técnico, não como incômodo secundário.

Alterações sonoras podem indicar desalinhamento, cavitação, entrada de ar, desgaste em componentes, problema no selo mecânico, deficiência na fixação da base ou operação fora do ponto recomendado.

Em ambientes como hospitais, hotéis, condomínios, indústrias e sistemas de abastecimento, acompanhar ruído e vibração ajuda a preservar confiabilidade e evitar paradas não planejadas.

Vida útil: manutenção é parte do desempenho

A vida útil de uma bomba multiestágio está diretamente relacionada à forma como o equipamento é especificado, instalado e mantido.

Mesmo bombas fabricadas em materiais robustos, como aço inoxidável, ferro fundido ou materiais especiais conforme o modelo, precisam operar dentro de limites compatíveis com o fluido, a temperatura e o regime de trabalho.

A manutenção preventiva contribui para manter o desempenho hidráulico porque permite verificar pontos críticos antes que a falha comprometa o sistema.

Entre eles estão vedação por selo mecânico, acoplamento com o motor elétrico, condição dos rotores, ruídos, vibração, aquecimento, perda de pressão e sinais de desgaste.

A RO BOMBAS atua no fornecimento de soluções completas em bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de serviços de instalação, manutenção e reparo.

Esse suporte é relevante porque eficiência não é apenas uma característica de catálogo: ela depende da integração entre equipamento, aplicação e acompanhamento técnico.

Sinais de atenção durante a operação

Sinal observado O que pode indicar Ação recomendada
Ruído anormal Cavitação, desalinhamento, desgaste ou operação fora da condição adequada Solicitar inspeção técnica antes de manter a operação contínua
Perda de pressão Desgaste interno, obstrução, seleção inadequada ou alteração no sistema Verificar bomba, tubulação, válvulas e parâmetros de operação
Aquecimento excessivo Sobrecarga, falha no motor elétrico, atrito ou condição hidráulica inadequada Avaliar motor, acoplamento, vedação e regime de trabalho
Vibração Desbalanceamento, fixação inadequada, desalinhamento ou desgaste mecânico Interromper a análise superficial e realizar diagnóstico técnico
Vazamento na vedação Desgaste do selo mecânico ou incompatibilidade com o fluido Conferir vedação, fluido bombeado e peças compatíveis
Aumento de consumo percebido Operação fora do ponto ideal, perda de eficiência ou falha eletromecânica Revisar dimensionamento, instalação e condição do conjunto bomba-motor

Manutenção, assistência técnica e como solicitar orientação especializada

A manutenção de uma bomba centrífuga multiestágio deve ser tratada como parte do desempenho do sistema, não apenas como uma intervenção corretiva quando ocorre falha.

Como esse tipo de bomba trabalha com múltiplos estágios para elevar a pressão, pequenas alterações em vedação, alinhamento, motor elétrico, rotores ou componentes sujeitos a desgaste podem afetar a eficiência, o ruído, a estabilidade operacional e a confiabilidade do conjunto.

Em uma rotina preventiva, os principais pontos de atenção incluem:

  • verificação de ruídos anormais, vibração ou aquecimento fora do comportamento esperado;
  • inspeção de vazamentos e avaliação do selo mecânico;
  • análise do motor elétrico, incluindo tensão de alimentação, acoplamento e condição de operação;
  • conferência de perda de pressão, queda de vazão ou variação no desempenho hidráulico;
  • avaliação de peças sobressalentes compatíveis com o modelo e com a aplicação;
  • revisão das condições de instalação, base, tubulação, alinhamento e regime de trabalho;
  • checagem da compatibilidade entre o fluido bombeado, temperatura, material construtivo e vedação.

A assistência técnica também é importante antes da compra ou substituição do equipamento.

Em muitos casos, o problema percebido como falha da bomba pode estar relacionado ao dimensionamento, à instalação, ao motor elétrico, à condição da tubulação ou à seleção inadequada para o fluido e a pressão requerida.

Por isso, a análise da aplicação deve vir antes da definição do modelo, da configuração horizontal ou vertical e das peças necessárias para manutenção ou reparo.

Para solicitar uma orientação técnica mais precisa, é recomendável reunir algumas informações antes do contato:

  • fluido bombeado e sua compatibilidade química;
  • temperatura de operação do líquido;
  • vazão desejada ou vazão atual do sistema;
  • pressão requerida na aplicação;
  • tipo de instalação, horizontal ou vertical, quando essa informação estiver disponível;
  • tensão e características do motor elétrico;
  • regime de operação, como uso contínuo ou intermitente;
  • sintomas observados, como ruído, vibração, aquecimento, vazamento ou perda de pressão;
  • necessidade de instalação, manutenção, reparo, substituição ou fornecimento de peças.

A RO BOMBAS atua na manutenção, venda, instalação e reparo de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de trabalhar como distribuidor, representante e fornecedor de soluções para aplicações industriais, prediais e de abastecimento.

A empresa também informa cobertura nacional e entrega flexível, adequando o atendimento às necessidades de cada aplicação.

Um diferencial relevante é a experiência acumulada pela fundadora Roseli, que iniciou sua trajetória no setor em 1987 e reúne mais de três décadas de vivência em bombas, motores elétricos, manutenção industrial e atendimento a diferentes segmentos.

A atuação da RO BOMBAS também é reforçada por parcerias informadas com fabricantes renomados como MS Metalúrgica, Thebe Ebara, Schneider, KSB e WDM Pumps, o que contribui para uma abordagem técnica voltada à seleção correta, manutenção adequada e fornecimento de peças compatíveis.

Quando acionar assistência técnica?
A assistência deve ser considerada sempre que houver queda de desempenho, vazamento, ruído anormal, vibração, aquecimento, falhas recorrentes, necessidade de troca de peças ou dúvida sobre dimensionamento.

Também é indicada antes de instalar ou substituir uma bomba, especialmente em sistemas que exigem alta pressão.

Quais dados informar para dimensionamento ou manutenção?
Informe fluido, temperatura, vazão, pressão requerida, tensão do motor, tipo de instalação, regime de operação e sintomas observados.

Esses dados ajudam a avaliar se a bomba, o motor elétrico, a vedação e os materiais estão coerentes com a aplicação.

A RO BOMBAS atende instalação e reparo?
Sim.

Conforme o contexto informado, a RO BOMBAS oferece instalação, manutenção e reparo, além de venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes.

Para uma recomendação segura, o ideal é solicitar uma avaliação técnica com os dados da aplicação.

Se a necessidade envolve compra, substituição, manutenção ou reparo de uma bomba centrífuga multiestágio, o caminho mais seguro é buscar uma avaliação técnica antes de decidir pelo equipamento ou pelas peças.

Essa análise ajuda a evitar escolhas baseadas apenas em pressão final ou potência do motor, considerando também fluido, temperatura, vazão, instalação, vedação, compatibilidade de materiais e rotina de manutenção disponível.

Perguntas frequentes

Bomba multiestágio consome menos energia?
Ela pode contribuir para uma operação energeticamente eficiente quando é corretamente dimensionada para a pressão, vazão e aplicação do sistema.

O consumo real depende do ponto de operação, do motor elétrico, da instalação, do fluido bombeado e da manutenção.

Não existe uma redução universal válida para todos os cenários.

Por que a manutenção influencia a eficiência?
Porque desgaste, desalinhamento, vazamento, obstruções, vibração e falhas no motor elétrico podem fazer o conjunto trabalhar com maior esforço para entregar o mesmo resultado.

A manutenção preventiva ajuda a preservar o desempenho hidráulico e reduz o risco de falhas progressivas.

Quando acionar assistência técnica?
Sempre que houver ruído anormal, queda de pressão, aquecimento, vibração, vazamento, perda de rendimento ou dúvida sobre a compatibilidade entre bomba, motor elétrico, fluido e regime de operação.

Também é recomendável buscar orientação técnica antes de instalar, substituir ou redimensionar o equipamento.

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