Galeria
Clique nas imagens para ampliar
Bomba de diafragma pneumática: funcionamento, aplicações industriais e critérios de escolha
Como funciona uma bomba de diafragma pneumática e por que ela é usada na indústria
A bomba de diafragma pneumática é amplamente utilizada na indústria devido à sua capacidade de combinar deslocamento positivo com acionamento por ar comprimido, adaptando-se bem a líquidos de diferentes viscosidades.
O que considerar ao avaliar bomba de diafragma pneumática
Este tipo de equipamento é essencial em processos químicos, alimentícios, farmacêuticos, cosméticos, petroquímicos, de tratamento de água e efluentes, mineração e fluidos especiais, permitindo a transferência de produtos corrosivos, abrasivos ou com sólidos em suspensão.
A seleção correta deve considerar o fluido, a temperatura, a viscosidade, a presença de partículas e os materiais construtivos.
O que é uma bomba de diafragma pneumática?
Uma bomba de diafragma pneumática é uma bomba de deslocamento positivo acionada por ar comprimido.
Ela movimenta líquidos por meio da alternância de diafragmas e válvulas, sendo indicada para fluidos viscosos, corrosivos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, quando o projeto exige resistência química, segurança operacional e baixa necessidade de manutenção.
Princípio de operação
Na prática, a bomba possui câmaras de bombeamento separadas por diafragmas flexíveis.
O ar comprimido atua de forma alternada, deslocando um diafragma enquanto o outro retorna.
Esse movimento cria ciclos de sucção e recalque: em uma etapa, o fluido entra na câmara; na etapa seguinte, é empurrado para a linha de descarga.
O funcionamento pode ser entendido em quatro passos:
- O ar comprimido entra no sistema de acionamento e movimenta um dos diafragmas.
- A variação de volume na câmara de bombeamento gera sucção, permitindo a entrada do líquido.
- As válvulas direcionam o fluxo, evitando retorno indesejado e conduzindo o fluido para o recalque.
- O ciclo se alterna entre os diafragmas, mantendo a transferência do produto de forma pulsante e contínua dentro das condições do projeto.
Esse princípio de deslocamento positivo é um dos motivos pelos quais a bomba de diafragma pneumática é empregada em líquidos viscosos, fluidos agressivos e produtos com partículas sólidas.
Como o fluido é movimentado pela ação mecânica dos diafragmas e pelo controle das válvulas, a bomba não depende do mesmo princípio de funcionamento de uma bomba centrífuga, por exemplo.
Autoaspiração, operação a seco e baixa manutenção
Em termos educacionais, a autoaspiração significa que a bomba pode iniciar a sucção do fluido a partir de determinadas condições de instalação, sem depender necessariamente de inundação permanente da linha.
Isso não elimina a necessidade de avaliar altura de sucção, tubulação, vedação da linha, viscosidade e características do produto bombeado.
Outro ponto relevante é o funcionamento a seco, característica associada a esse tipo de equipamento.
Em aplicações industriais, isso pode ajudar em situações de partida, esvaziamento de linha ou operação intermitente.
Ainda assim, a operação deve respeitar as orientações técnicas do fabricante e as condições reais do processo, pois fluido, temperatura, abrasividade e frequência de trabalho influenciam o desgaste.
A baixa necessidade de manutenção, dentro do contexto adequado de aplicação, está relacionada à simplicidade do conjunto e à ausência de certos componentes presentes em outras tecnologias.
Porém, isso não significa ausência de inspeção: diafragmas, válvulas, conexões, linha de ar comprimido e compatibilidade química precisam ser avaliados ao longo da rotina industrial.
Acionamento pneumático e acionamento elétrico: qual é a diferença prática?
O acionamento pneumático utiliza ar comprimido para movimentar os diafragmas.
Já o acionamento elétrico utiliza motor elétrico como fonte de energia mecânica.
Nenhuma solução deve ser tratada como superior em todos os cenários; a escolha depende do ambiente, do fluido, da infraestrutura disponível e do objetivo do processo.
Em alguns ambientes industriais, a ausência de um motor elétrico acoplado diretamente à região de bombeamento pode ser relevante de forma genérica, especialmente quando a operação exige atenção a segurança, resistência química, umidade, atmosfera de trabalho, lavagens frequentes ou transferência de fluidos agressivos.
Por outro lado, projetos com acionamento elétrico podem ser adequados em outras condições operacionais.
A decisão correta depende de análise técnica, não apenas do nome da bomba.
Box de conceitos técnicos
- Diafragma: componente flexível que se movimenta alternadamente para variar o volume da câmara de bombeamento.
- Ar comprimido: fonte de energia usada no acionamento pneumático.
- Deslocamento positivo: princípio em que um volume de fluido é deslocado mecanicamente a cada ciclo.
- Câmara de bombeamento: espaço onde ocorre a entrada e a saída do líquido.
- Válvulas: componentes que orientam o fluxo entre sucção e recalque.
- Sucção: etapa em que o fluido entra na bomba.
- Recalque: etapa em que o fluido é enviado para a linha de descarga.
- Sólidos em suspensão: partículas presentes no líquido que exigem atenção na seleção da bomba.
- Resistência química: compatibilidade entre fluido, corpo da bomba, diafragmas e demais partes em contato com o produto.
Limites de aplicação e critérios que não devem ser ignorados
Mesmo sendo versátil, a bomba de diafragma deve ser selecionada com critério.
O desempenho e a vida útil dependem de fatores como temperatura do líquido, viscosidade, agressividade química, abrasividade, concentração de sólidos, regime de operação e material construtivo.
No portfólio informado para esse tipo de equipamento, podem ser considerados corpos em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou plásticos de engenharia, além de diafragmas em borracha, PTFE, Teflon® ou elastômeros especiais.
A temperatura do líquido pode chegar a até 100 °C conforme a especificação do produto, mas a validação final deve considerar o conjunto da aplicação, e não apenas um dado isolado.
Como a RO BOMBAS apoia a avaliação técnica
A RO BOMBAS Comércio e Serviços LTDA atua com manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de fornecer assistência técnica para os principais fabricantes do mercado.
A empresa também trabalha com instalação, conserto e reparo de bombas de diafragma, com atendimento personalizado para diferentes demandas industriais.
A base técnica da empresa está ligada à trajetória de Roseli, fundadora da RO BOMBAS, que possui mais de três décadas de experiência no segmento de bombas e motores elétricos, com atuação desde 1987 em vendas, manutenção e atendimento técnico.
Esse histórico contribui para uma abordagem consultiva: antes de indicar uma solução, é necessário entender o fluido, o processo, a instalação, o material da bomba, o tipo de diafragma e as condições reais de operação.
Para uma avaliação técnica, o ideal é reunir informações sobre o líquido bombeado, temperatura, viscosidade, presença de partículas, necessidade de resistência química, condições de sucção e recalque, regime de trabalho e histórico de falhas.
Com esses dados, a especificação da bomba de diafragma pneumática pode ser feita com mais segurança, sem depender de preço, prazo ou promessa genérica como critério principal.
Aplicações, materiais e especificações que influenciam a escolha
A aplicação correta de uma bomba de diafragma pneumática depende menos de uma escolha genérica de modelo e mais da compatibilidade entre fluido, material construtivo, regime de operação e condições reais de instalação.
Em ambientes industriais, esse tipo de bomba costuma ser avaliado quando há necessidade de transferir líquidos viscosos, produtos corrosivos, fluidos abrasivos ou misturas com partículas sólidas em suspensão.
Entre os segmentos em que a bomba de diafragma pode ser considerada estão indústrias químicas, alimentícias, farmacêuticas, cosméticas, petroquímicas, estações de tratamento de água e efluentes, mineradoras e operações que lidam com fluidos especiais.
Cada aplicação, porém, exige análise técnica própria: o fluido de uma linha química pode demandar resistência à corrosão; uma operação com efluentes pode envolver sólidos; uma indústria alimentícia ou cosmética pode exigir atenção adicional à compatibilidade do material com o processo.
Critérios técnicos que influenciam a escolha
A seleção da bomba deve considerar um conjunto de fatores que atuam em conjunto.
Não existe um único material ideal para todos os cenários, porque corrosão, abrasão, viscosidade, temperatura e concentração do produto podem alterar completamente a recomendação.
- Material do corpo da bomba: pode envolver alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou plásticos de engenharia, conforme a compatibilidade com o fluido, o ambiente e o tipo de processo.
- Material dos diafragmas: borracha, PTFE, Teflon® e elastômeros especiais devem ser avaliados conforme agressividade química, flexibilidade necessária, resistência ao desgaste e contato com o produto bombeado.
- Temperatura do líquido: a bomba de diafragma informada no contexto técnico admite líquido com temperatura de até 100 °C, desde que a configuração do equipamento e os materiais sejam compatíveis com a aplicação.
- Viscosidade: líquidos mais viscosos podem exigir avaliação cuidadosa de sucção, recalque, perdas de carga e regime de alimentação.
- Agressividade química: produtos corrosivos pedem atenção à compatibilidade química do corpo, dos diafragmas, das válvulas e das partes em contato com o fluido.
- Presença de sólidos: partículas sólidas em suspensão podem influenciar desgaste, vedação, passagem interna e necessidade de inspeções preventivas.
- Segurança operacional: a escolha deve considerar instalação, condições de ar comprimido, tubulação, acessibilidade para manutenção e riscos associados ao fluido.
- Manutenção preventiva: inspeções programadas ajudam a reduzir falhas inesperadas, especialmente em aplicações com abrasão, corrosão ou operação contínua.
- Instalação e reparo: a montagem correta, o alinhamento das conexões, a análise da sucção e o uso de peças compatíveis são fatores relevantes para a confiabilidade do sistema.
Matriz qualitativa de decisão
| Fator avaliado | Como influencia a escolha | Atenção técnica recomendada |
|---|---|---|
| Fluido corrosivo | Pode exigir corpo e componentes com maior resistência química | Validar compatibilidade do material com o produto bombeado |
| Fluido abrasivo | Pode acelerar desgaste de diafragmas, válvulas e passagens internas | Considerar rotina de inspeção e materiais adequados ao atrito |
| Alta viscosidade | Pode dificultar sucção e transferência | Avaliar condições de sucção, tubulação e regime de operação |
| Sólidos em suspensão | Podem afetar vedação, passagem e desgaste | Verificar granulometria, concentração e histórico de obstruções |
| Temperatura do líquido | Pode limitar materiais e vida útil dos componentes | Confirmar compatibilidade dentro do limite técnico informado de até 100 °C |
| Ambiente industrial severo | Pode afetar durabilidade externa e manutenção | Avaliar instalação, acesso, exposição e necessidade de peças sobressalentes |
| Operação recorrente | Aumenta a importância da confiabilidade operacional | Planejar manutenção preventiva e inspeções periódicas |
Roteiro de diagnóstico para engenharia ou manutenção
Antes de definir a bomba de diafragma pneumática mais adequada, é recomendável reunir informações técnicas da aplicação.
Esse diagnóstico evita escolhas baseadas apenas no tipo de bomba e ajuda a especificar materiais, conexões e estratégia de manutenção.
- Qual é o tipo de fluido bombeado?
- O produto é corrosivo, abrasivo, viscoso ou contém partículas sólidas?
- Há concentração química conhecida ou variação de composição durante o processo?
- Qual é a temperatura de trabalho do líquido?
- O processo opera de forma contínua, intermitente ou sazonal?
- Existem condições críticas de sucção, como altura, distância, restrição na tubulação ou risco de entrada de ar?
- O fluido tende a decantar, cristalizar, formar espuma ou alterar viscosidade?
- Há histórico de falhas em bombas anteriores, como vazamentos, perda de desempenho, desgaste precoce ou rompimento de diafragma?
- O ambiente exige maior resistência à corrosão externa, facilidade de limpeza ou acesso rápido para manutenção?
- A operação possui peças sobressalentes compatíveis e rotina de inspeção preventiva?
Validação técnica antes da especificação final
A especificação final deve ser validada com base no projeto e nas condições reais de operação.
PTFE, borrachas e elastômeros especiais não devem ser escolhidos apenas por preferência ou disponibilidade: a compatibilidade com o fluido, a temperatura, a agressividade química e a presença de sólidos precisa ser analisada tecnicamente.
O mesmo vale para o corpo da bomba em alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou plásticos de engenharia.
Esse cuidado é importante porque a bomba faz parte de um sistema.
Mesmo quando o equipamento é adequado ao fluido, problemas de instalação, tubulação subdimensionada, ar comprimido inadequado, condições ruins de sucção ou ausência de manutenção preventiva podem comprometer a eficiência e aumentar o risco de parada de produção.
Apoio técnico da RO BOMBAS
A RO BOMBAS atua como distribuidor, representante e fornecedor de bombas, além de realizar instalação, manutenção, conserto e reparo.
A empresa também trabalha com motores elétricos e peças sobressalentes, o que permite uma avaliação mais ampla do sistema industrial, não apenas do equipamento isolado.
Para aplicações com fluidos corrosivos, viscosos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, o caminho mais seguro é solicitar uma avaliação técnica com as informações do processo.
Assim, a recomendação pode considerar material do corpo, material dos diafragmas, condições de instalação, manutenção preventiva e necessidade de peças compatíveis, sem depender de uma indicação genérica.
Conteúdos relacionados para aprofundar
Para complementar a avaliação, vale consultar materiais sobre manutenção em bombas, venda de bombas industriais, peças sobressalentes para bombas, manutenção em motores elétricos e assistência técnica em bombas.
Esses temas ajudam a tratar a bomba como parte de um sistema industrial completo.
Manutenção, compra e suporte técnico: como reduzir riscos na operação
A manutenção de uma bomba de diafragma deve ser tratada como parte da confiabilidade operacional da planta, não apenas como uma intervenção corretiva quando o equipamento para.
Em aplicações com líquidos corrosivos, viscosos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, pequenos sinais de desgaste podem evoluir para vazamentos, perda de eficiência, instabilidade de vazão e parada de produção.
Na prática, a bomba de diafragma pneumática trabalha integrada a um sistema: compressor, rede de ar comprimido, tubulação de sucção e recalque, válvulas, conexões, fluido bombeado, regime de operação e rotina de manutenção.
Por isso, uma falha percebida na bomba nem sempre começa na bomba.
Pressão de ar inadequada, sucção mal dimensionada, partículas acima do previsto, incompatibilidade química ou peças sobressalentes incorretas também podem comprometer o desempenho.
Checklist de manutenção preventiva
Uma rotina preventiva ajuda a identificar desgaste antes que ele afete a operação.
De forma educacional, os principais pontos de inspeção incluem:
- Verificar visualmente a presença de vazamentos no corpo da bomba, conexões, abraçadeiras, flanges e linhas próximas.
- Inspecionar os diafragmas conforme o histórico de operação, o fluido bombeado e a orientação do fabricante.
- Avaliar válvulas, esferas, sedes e componentes internos sujeitos a abrasão, incrustação ou ataque químico.
- Conferir se há perda de desempenho, oscilação de vazão, dificuldade de sucção ou alterações no ciclo de bombeamento.
- Observar ruídos anormais, vibração excessiva ou comportamento diferente do padrão conhecido pela equipe de manutenção.
- Confirmar se a rede de ar comprimido está adequada à necessidade do equipamento e livre de condições que prejudiquem a operação.
- Checar as condições da tubulação de sucção e recalque, evitando restrições, obstruções, entradas de ar ou esforços mecânicos indevidos.
- Validar se as peças aplicadas em conserto ou reparo são compatíveis com o modelo da bomba, o fluido e a especificação do fabricante.
- Registrar histórico de falhas, intervenções, troca de componentes e condições do processo para apoiar decisões futuras.
Embora a bomba de diafragma seja reconhecida pela baixa necessidade de manutenção dentro do contexto de aplicação adequado, isso não elimina a importância da inspeção periódica.
A manutenção preventiva é uma prática de gestão de risco: reduz intervenções emergenciais, melhora a previsibilidade e ajuda a preservar a eficiência do sistema.
Sinais de alerta: quando acionar assistência técnica
A assistência técnica deve ser considerada quando houver sinais de falha recorrente, alteração de desempenho ou dúvida sobre a compatibilidade entre bomba, fluido e processo.
Alguns indícios merecem atenção:
- Vazamento de fluido pela bomba ou por conexões próximas.
- Queda perceptível de vazão ou pressão em relação ao padrão operacional.
- Bomba ciclando de forma irregular, travando ou apresentando dificuldade de partida.
- Consumo de ar comprimido aparentemente incompatível com a operação.
- Ruído, vibração ou pulsação fora do comportamento habitual.
- Desgaste frequente de diafragmas, válvulas ou elementos de vedação.
- Presença de partículas, abrasivos ou sólidos que não foram considerados na seleção inicial.
- Mudança no fluido bombeado, na concentração, na temperatura ou no regime de operação.
- Dúvida sobre instalação, conserto, reparo ou substituição de peças sobressalentes.
A operação a seco é uma característica importante desse tipo de equipamento e pode ajudar a evitar danos em determinadas condições.
Ainda assim, ela não deve ser interpretada como autorização para operar sem critério.
É necessário avaliar o regime de trabalho, a frequência da ocorrência, o fluido, o material dos diafragmas e as recomendações do fabricante.
A bomba deve ser avaliada como parte de um sistema
Um erro comum na compra ou manutenção é analisar somente o equipamento isolado.
Em manutenção industrial, a bomba é apenas um dos elementos do conjunto.
Para reduzir riscos, a avaliação técnica deve considerar:
- Compressor e ar comprimido: pressão, vazão de ar, qualidade do ar e estabilidade de alimentação influenciam diretamente o funcionamento.
- Tubulação: diâmetro, comprimento, curvas, restrições, altura de sucção e condições de recalque podem gerar perda de desempenho.
- Fluido: viscosidade, temperatura, agressividade química, abrasividade e presença de sólidos afetam materiais, diafragmas e componentes internos.
- Regime de operação: uso contínuo, intermitente, ciclos de partida e parada e variações de processo mudam a exigência sobre o equipamento.
- Materiais construtivos: corpo da bomba, diafragmas, elastômeros e peças internas devem ser compatíveis com o fluido e o ambiente.
- Rotina de manutenção: histórico de falhas, frequência de inspeção e disponibilidade de peças sobressalentes ajudam a planejar intervenções.
Essa visão sistêmica é essencial tanto para quem vai comprar uma bomba quanto para quem precisa decidir entre manutenção, conserto, reparo ou substituição de componentes.
Critérios para uma compra técnica mais segura
Na compra de uma bomba de diafragma, o critério não deve ser apenas disponibilidade imediata ou menor custo inicial.
A especificação precisa estar alinhada à aplicação.
Antes de solicitar orçamento técnico, é recomendável reunir informações como:
- Qual fluido será bombeado.
- Se há corrosão, abrasão, sólidos em suspensão ou partículas.
- Temperatura do líquido, considerando que o produto informado admite líquido até 100 °C conforme especificação aplicável.
- Viscosidade e variação do fluido durante o processo.
- Material desejado ou necessário para o corpo da bomba, como alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou plásticos de engenharia.
- Material dos diafragmas, como borracha, PTFE, Teflon® ou elastômeros especiais, sempre conforme compatibilidade química.
- Condições de sucção e recalque.
- Regime de operação e criticidade da linha produtiva.
- Histórico de falhas em bombas anteriores, se houver.
- Necessidade de instalação, manutenção, conserto, reparo ou fornecimento de peças sobressalentes.
A especificação final deve considerar diagnóstico técnico, histórico de operação e recomendações do fabricante.
Não existe um único material ideal para todos os cenários, porque a escolha depende da interação entre fluido, temperatura, viscosidade, partículas, segurança operacional e rotina de manutenção.
Como a RO BOMBAS pode apoiar a operação
A RO BOMBAS Comércio e Serviços LTDA atua com manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, além de prestar assistência técnica para os principais fabricantes do mercado.
No contexto de bombas de diafragma, a empresa atua como distribuidor, representante, fornecedor e responsável por instalação, manutenção, conserto e reparo.
A base técnica da empresa está ligada à trajetória de Roseli, que atua no segmento de bombas e motores elétricos desde 1987.
Sua experiência reúne vendas, manutenção e atendimento técnico, incluindo participação em projetos industriais e liderança de equipes ao longo da carreira.
Em 2024, a RO BOMBAS foi criada para oferecer soluções completas com conhecimento técnico, agilidade e atendimento personalizado.
Para empresas químicas, alimentícias, farmacêuticas, cosméticas, petroquímicas, mineradoras, estações de tratamento de água e efluentes, indústrias de bebidas, papeleiras, concreterias, shoppings e sistemas de irrigação, esse suporte consultivo ajuda a transformar uma necessidade de compra ou reparo em uma decisão técnica mais segura.
A empresa também informa atendimento nacional, com possibilidade de entrega direta ou retirada, conforme a disponibilidade e as condições alinhadas no atendimento.
Para valores, prazos, disponibilidade de modelos e condições comerciais, a recomendação é consultar a RO BOMBAS diretamente, pois esses dados dependem da aplicação e do projeto.
Resposta rápida: quando fazer manutenção em bomba de diafragma?
A manutenção em bomba de diafragma deve ser considerada quando houver vazamentos, queda de vazão, ruídos anormais, desgaste de diafragmas, falhas em válvulas, instabilidade no ciclo de bombeamento ou mudança nas condições do fluido.
A manutenção preventiva também deve seguir histórico de operação, criticidade do processo e orientação do fabricante.
Perguntas frequentes
Quais fluidos podem ser bombeados?
A bomba de diafragma pode ser aplicada em líquidos de diferentes viscosidades, produtos químicos, fluidos abrasivos, líquidos corrosivos e misturas com sólidos em suspensão.
A indicação depende da compatibilidade química, da temperatura, da concentração do produto e das condições de operação.
Qual material escolher?
A escolha entre alumínio, aço inoxidável, ferro fundido ou plásticos de engenharia depende do fluido, do ambiente e do nível de resistência química ou mecânica exigido.
Para os diafragmas, borracha, PTFE, Teflon® e elastômeros especiais devem ser avaliados conforme compatibilidade com o produto bombeado.
A bomba pode trabalhar com sólidos?
Sim, a bomba de diafragma é indicada para aplicações que podem envolver sólidos em suspensão, desde que a especificação considere o tipo de partícula, a concentração, a abrasividade e as condições internas de passagem do fluido.
A análise técnica é essencial para reduzir desgaste e risco de falhas.
Quando considerar manutenção preventiva?
A manutenção preventiva deve ser considerada quando a bomba atua em processos críticos, fluidos agressivos, aplicações com partículas sólidas, operação recorrente ou histórico de vazamentos e desgaste.
Inspecionar diafragmas, válvulas, conexões e condições de instalação ajuda a preservar a confiabilidade operacional.
A RO BOMBAS vende e faz manutenção em bomba de diafragma?
Sim.
Conforme as informações fornecidas, a RO BOMBAS atua na venda, instalação, manutenção, conserto e reparo de bombas de diafragma, além de trabalhar com motores elétricos e peças sobressalentes.
Como escolher um fornecedor de bomba de diafragma?
Avalie se o fornecedor entende a aplicação, solicita dados técnicos do fluido, considera materiais compatíveis, orienta sobre instalação, oferece suporte para manutenção e trabalha com peças adequadas.
Também é importante que a decisão respeite a especificação do fabricante.
O que informar antes de solicitar atendimento técnico?
Informe o fluido bombeado, temperatura, viscosidade, presença de sólidos, material da bomba atual, tipo de diafragma, condições de sucção e recalque, regime de operação, sintomas da falha e histórico de manutenção.
Peças compatíveis fazem diferença no reparo?
Sim.
Peças incompatíveis podem reduzir a vida útil do equipamento, gerar vazamentos, afetar a eficiência e comprometer a segurança operacional.
Diafragmas, válvulas, sedes e vedações devem ser avaliados conforme fluido, modelo da bomba e especificação técnica.
Quando considerar conserto em vez de compra?
A decisão depende do diagnóstico técnico.
Em alguns casos, reparo com peças adequadas pode restabelecer a operação.
Em outros, o desgaste, a incompatibilidade com o fluido ou mudanças no processo podem indicar necessidade de nova especificação.
Para saber mais sobre bomba de diafragma pneumática
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Campinas
- Valinhos
- Tietê
- Vinhedo
- Boituva
- Indaiatuba
- Piracicaba
- Hortolândia
- São João da Boa Vista
- Sumaré
- Tatuí
- Salto
- Várzea Paulista
- Itu
- Rafard
- Sorocaba
- Itatiba
- Jundiaí
- Lindóia
- Itupeva
- Águas de Lindóia
- Cosmópolis
- Serra Negra
- Santo Antônio de Posse
- Atibaia
- Holambra
- Santa Bárbara d'Oeste
- Jaguariúna
- Alumínio
- Pedreira
- Caçapava
- Amparo
- Jacareí
- Mogi Mirim
- Elias Fausto
- Mogi Guaçu
- Suzano
- Nova Odessa
- Americana
- Limeira
- Louveira
- Cabreúva
- Arthur Nogueira
- Cerquilho
- Paulínia
- Monte Mor
- Capivari
- Jandira