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Bomba autoescorvante: funcionamento, aplicações e critérios de escolha

O que é uma bomba autoescorvante e quando ela é indicada?

Definição rápida: uma bomba autoescorvante é um equipamento de bombeamento projetado para retomar a sucção do líquido sem exigir escorva manual recorrente após o primeiro enchimento do sistema, desde que instalada e operada conforme as condições adequadas do modelo.

A bomba autoescorvante é indicada quando o sistema precisa vencer desafios de sucção com mais praticidade operacional, especialmente em aplicações nas quais a bomba pode trabalhar acima do nível do líquido ou em condições em que a entrada de ar na linha torna a partida mais crítica.

O que considerar ao avaliar bomba autoescorvante

Seu diferencial está em dispensar escorvas frequentes: existe uma escorva inicial, feita no primeiro enchimento, mas o equipamento foi desenvolvido para manter ou recuperar a condição de sucção durante a operação, reduzindo intervenções manuais repetitivas.

Na prática, isso ajuda a diminuir o tempo gasto com preparação do sistema e contribui para uma operação mais contínua, desde que a seleção do modelo, a instalação, a vedação e a manutenção estejam corretas.

A RO BOMBAS atua na manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, oferecendo atendimento personalizado e suporte técnico para orientar a escolha conforme o tipo de aplicação e as condições de operação.

Onde a bomba autoescorvante costuma ser indicada:

  • Indústria: apoio a processos que exigem transferência de líquidos com maior confiabilidade na sucção.
  • Sistemas de irrigação: movimentação de água em instalações que demandam retomada prática da sucção.
  • Construção civil: uso em abastecimento, drenagem e apoio operacional, conforme a necessidade do sistema.
  • Saneamento: aplicações ligadas à movimentação de líquidos em sistemas de tratamento ou infraestrutura.
  • Combate a incêndios: composição de sistemas que exigem resposta operacional eficiente, sempre conforme o projeto técnico aplicável.
  • Abastecimento de água: transferência e recalque de água em sistemas que precisam de desempenho estável.

Termos técnicos importantes para entender a aplicação:

  • Sucção: etapa em que o líquido é puxado para dentro da bomba.
  • Escorva: preenchimento inicial necessário para que a bomba consiga iniciar corretamente o processo de sucção.
  • Recalque: etapa em que o líquido é impulsionado para a tubulação de saída.
  • Motor elétrico: componente responsável pelo acionamento da bomba.
  • Selo mecânico: elemento de vedação que ajuda a evitar vazamentos e contribui para a confiabilidade do conjunto.

A escolha não deve considerar apenas o fato de a bomba ser autoescorvante.

Também é importante avaliar o líquido bombeado, as condições de sucção, o material construtivo, a temperatura de operação permitida pelo modelo, o tipo de vedação e a rotina de manutenção prevista.

Leitura relacionada: veja também o conteúdo interno sobre venda de bombas para entender como a seleção correta do equipamento impacta a eficiência e a continuidade da operação.

Se você precisa definir o modelo mais adequado, a aplicação correta ou os cuidados de instalação, consulte a RO BOMBAS para uma avaliação técnica.

A empresa combina experiência setorial, atendimento personalizado e soluções completas para apoiar sistemas de bombeamento com mais segurança operacional.

Como funciona o sistema de autoescorvamento

O sistema de autoescorvamento permite que a bomba retome a sucção do líquido sem exigir escorva manual recorrente depois do primeiro enchimento.

Em uma bomba autoescorvante, esse processo depende da combinação entre motor elétrico, carcaça com capacidade de retenção de líquido, rotor em movimento e vedação por selo mecânico, sempre respeitando as condições de instalação e o modelo selecionado.

Funcionamento passo a passo

  1. Primeiro enchimento da bomba
    Antes da primeira partida, a carcaça precisa receber líquido suficiente para iniciar o processo.

    Esse ponto é essencial: autoescorvante não significa operar totalmente seca desde o início, mas sim manter condição para retomar a sucção após a escorva inicial.

  2. Partida pelo motor elétrico
    Com o motor elétrico acionado, o rotor entra em movimento dentro da carcaça.

    Esse movimento cria a dinâmica necessária para deslocar ar e líquido no interior da bomba.

  3. Mistura e expulsão do ar
    Durante a partida, o líquido retido na carcaça ajuda a arrastar o ar presente na tubulação de sucção.

    À medida que esse ar é expulso pelo recalque, forma-se a condição para que o líquido seja puxado novamente pela linha de sucção.

  4. Retomada da sucção
    Depois que o ar é removido em volume suficiente, a bomba estabelece fluxo contínuo.

    A sucção passa a ocorrer de forma mais estável, reduzindo a necessidade de intervenções manuais frequentes.

  5. Operação contínua e vedação
    O selo mecânico contribui para a vedação do conjunto, ajudando a evitar vazamentos no eixo e a preservar a eficiência do sistema.

    Conforme o modelo, a bomba pode operar com líquidos em temperaturas de até 90 °C, desde que a aplicação esteja compatível com as especificações do equipamento.

  6. Retenção de líquido para nova partida
    Após a parada, parte do líquido permanece na carcaça.

    Essa retenção é o que permite uma nova partida com menor dependência de escorva manual, desde que a instalação esteja correta e não haja perda indevida de líquido, entrada excessiva de ar ou falha de vedação.

Mini glossário técnico

  • Escorva: preenchimento inicial da bomba ou da linha com líquido para permitir a sucção.
  • Sucção: etapa em que o líquido é puxado da fonte de captação para dentro da bomba.
  • Selo mecânico: componente de vedação usado para reduzir vazamentos na região do eixo.
  • Rotor: peça giratória responsável por transferir energia ao líquido.
  • Carcaça: corpo da bomba, onde o líquido é conduzido e onde ocorre parte do processo de autoescorvamento.

Atenção: autoescorvamento exige primeiro enchimento

Um erro comum é imaginar que toda bomba autoescorvante dispensa qualquer cuidado inicial.

Na prática, o primeiro enchimento continua sendo necessário para que o sistema tenha líquido suficiente dentro da carcaça.

A vantagem está na redução das escorvas manuais posteriores, especialmente quando a bomba precisa parar e voltar a operar em sistemas de sucção.

A confiabilidade do autoescorvamento não depende apenas da bomba.

Ela também está ligada à instalação correta, à vedação adequada, ao dimensionamento da tubulação, às condições de sucção e à manutenção preventiva.

Entradas de ar, obstruções, desgaste do selo mecânico ou montagem inadequada podem prejudicar a retomada da sucção.

Exemplo prático de operação em sucção

Imagine um sistema de abastecimento em que a bomba precisa captar líquido de um reservatório em nível inferior.

Após o primeiro enchimento da carcaça, o motor elétrico é acionado e o rotor inicia o deslocamento do ar presente na linha.

Com a expulsão gradual desse ar pelo recalque, o líquido passa a ocupar a tubulação de sucção e o fluxo é estabelecido.

Se o sistema for desligado e a bomba mantiver líquido suficiente na carcaça, a próxima partida tende a ocorrer com menos intervenção manual.

Esse é o ganho operacional: menos tempo dedicado à escorva frequente e mais previsibilidade para a operação, desde que o conjunto esteja bem instalado e conservado.

Resposta curta para snippet

Uma bomba autoescorvante funciona retendo líquido na carcaça após o primeiro enchimento.

Na partida, o motor elétrico movimenta o rotor, que ajuda a expulsar o ar da linha de sucção e restabelecer o fluxo do líquido.

Por isso, ela reduz a necessidade de escorvas manuais frequentes, mas ainda depende de instalação correta, vedação adequada e manutenção preventiva.

Quando envolver assistência técnica

A avaliação técnica é recomendada quando há perda de sucção, ruídos anormais, queda de desempenho, vazamentos, aquecimento, dificuldade de partida ou necessidade de confirmar compatibilidade entre líquido, temperatura, material construtivo e selo mecânico.

A RO BOMBAS atua com venda, manutenção e assistência técnica em bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, unindo atendimento personalizado ao conhecimento acumulado por Roseli desde 1987 no setor.

Para aprofundar os cuidados do sistema, consulte também o conteúdo interno sobre manutenção de bombas.

Principais aplicações em sistemas industriais, saneamento e abastecimento

A bomba autoescorvante é indicada quando o sistema exige sucção confiável e redução de escorvas manuais recorrentes, especialmente após o primeiro enchimento correto da bomba.

Em vez de analisar apenas a aplicação final, a escolha técnica deve considerar o líquido bombeado, a temperatura de operação compatível com o modelo, o material construtivo, a vedação por selo mecânico, as condições de sucção e o conjunto de acionamento por motor elétrico.

Aplicações por segmento

  • Indústria: pode atender operações em indústrias papeleiras, alimentícias, químicas, petroquímicas e de bebidas, sempre com avaliação da compatibilidade entre fluido, material da bomba e vedação.
  • Irrigação: útil em sistemas que precisam retomar a sucção com praticidade, reduzindo intervenções manuais frequentes quando a instalação está adequada.
  • Construção civil e concreterias: aplicável em rotinas de transferência e abastecimento de água em ambientes operacionais que exigem robustez e facilidade de operação.
  • Saneamento: indicada para sistemas de sucção e recalque em aplicações compatíveis com as características do líquido e com o modelo selecionado.
  • Combate a incêndios: pode compor sistemas de abastecimento de água quando o projeto técnico especifica esse tipo de bomba e seus requisitos de acionamento.
  • Abastecimento de água: adequada para cenários em que a sucção automatizada contribui para continuidade operacional, desde que respeitadas as condições hidráulicas do sistema.
  • Shoppings e mineração: pode ser considerada em instalações que demandam suporte a operações contínuas, sempre mediante avaliação técnica do fluido, da altura de sucção e do regime de trabalho.

Quadro textual de usos recomendados por cenário

  • Cenários com necessidade de retomada da sucção: a bomba autoescorvante faz sentido quando o objetivo é reduzir a dependência de escorvas manuais frequentes após a escorva inicial.
  • Cenários com líquidos compatíveis com ferro fundido, aço inoxidável ou bronze: a seleção do material deve acompanhar a natureza do fluido e as exigências do processo.
  • Cenários com operação por motor elétrico: o desempenho depende da correta integração entre bomba, motor elétrico, instalação hidráulica e rotina de manutenção.
  • Cenários com demanda por operação contínua: a confiabilidade não vem apenas do equipamento, mas também da instalação, do alinhamento, da vedação, da inspeção preventiva e do suporte técnico.
  • Cenários com temperatura de líquido elevada: é necessário verificar o modelo adequado, pois a operação pode chegar a até 90 °C conforme especificação do equipamento.

Na prática, a escolha de uma bomba autoescorvante não deve ser feita apenas pelo nome do equipamento.

Dois sistemas com a mesma finalidade podem exigir modelos diferentes se houver mudança no tipo de líquido, na altura de sucção, na temperatura, no material construtivo ou nas condições de recalque.

Por isso, a avaliação técnica é importante para evitar subdimensionamento, desgaste prematuro e perda de eficiência.

A RO BOMBAS atua com venda, manutenção e suporte técnico para bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, atendendo em nível nacional e oferecendo orientação personalizada para diferentes segmentos industriais e operacionais.

Esse suporte é relevante porque a aplicação correta depende tanto do equipamento quanto da leitura das condições reais de operação.

Materiais, vedação e critérios para escolher o modelo adequado

Checklist técnico de seleção

Para escolher uma bomba autoescorvante com bom custo-benefício, a análise deve ir além do preço do equipamento.

O modelo adequado depende da compatibilidade entre líquido bombeado, material construtivo, vedação, motor elétrico, condições de sucção e rotina de manutenção prevista para a operação.

  • Líquido bombeado: identifique se o fluido é água limpa, efluente, solução industrial, líquido com maior agressividade química ou fluido com partículas em suspensão, sempre respeitando as especificações do fabricante.
  • Temperatura de operação: verifique se o modelo atende à temperatura do líquido. Conforme o modelo, há bombas autoescorvantes indicadas para líquidos de até 90 °C.
  • Material construtivo: avalie se ferro fundido, aço inoxidável ou bronze é mais adequado ao ambiente, ao fluido e ao nível de resistência esperado.
  • Vedação por selo mecânico: confirme a compatibilidade do selo mecânico com o líquido bombeado, pois a vedação influencia diretamente a confiabilidade e a prevenção de vazamentos.
  • Vazão e recalque: estime a demanda operacional considerando volume necessário, distância de bombeamento e altura manométrica do sistema.
  • Altura de sucção: analise as condições de sucção, incluindo desnível, comprimento da tubulação, perdas de carga e necessidade de retenção de líquido após o primeiro enchimento.
  • Motor elétrico: confira se o acionamento elétrico está compatível com a aplicação, a infraestrutura disponível e o regime de trabalho.
  • Manutenção e peças sobressalentes: considere a facilidade de inspeção, reposição de componentes e suporte técnico para manter a operação contínua.

Comparação educacional entre ferro fundido, aço inoxidável e bronze

A escolha do material é uma das decisões mais importantes, porque interfere na durabilidade, na compatibilidade com o fluido e no comportamento da bomba em diferentes ambientes de trabalho.

  • Ferro fundido: costuma ser utilizado em aplicações gerais de bombeamento, especialmente quando o fluido e o ambiente não exigem alta resistência à corrosão. É uma alternativa comum em sistemas de água, abastecimento, irrigação e usos industriais compatíveis com esse tipo de construção.
  • Aço inoxidável: é indicado quando a aplicação exige maior resistência à corrosão ou quando há necessidade de melhor compatibilidade com determinados líquidos industriais. Pode ser relevante em ambientes que demandam maior cuidado com contaminação, oxidação ou agressividade do fluido.
  • Bronze: pode ser considerado em aplicações específicas nas quais a resistência do material e a compatibilidade com determinados líquidos sejam fatores importantes. A seleção deve ser feita com base no fluido, no ambiente de instalação e nas recomendações técnicas aplicáveis.

Essa comparação não substitui a avaliação técnica.

Em muitos casos, duas bombas visualmente semelhantes podem ter comportamentos muito diferentes quando instaladas em sistemas com fluidos, temperaturas, alturas de sucção e regimes de operação distintos.

Selo mecânico e compatibilidade com o líquido

O selo mecânico é um componente essencial para a vedação da bomba.

Sua função é reduzir vazamentos na região do eixo e ajudar a manter a confiabilidade do conjunto durante a operação.

Em bombas autoescorvantes, a vedação precisa trabalhar em harmonia com a carcaça, o rotor, o motor elétrico e as condições de sucção.

Na prática, a escolha do selo mecânico deve considerar:

  • composição e características do líquido bombeado;
  • temperatura de operação, respeitando o limite do modelo selecionado;
  • presença de sólidos, partículas ou abrasividade;
  • frequência de partida e parada;
  • condições de instalação e alinhamento;
  • necessidade de manutenção preventiva.

Um ponto importante é que a confiabilidade não depende apenas da bomba.

Instalação incorreta, tubulação mal dimensionada, entrada de ar na sucção, falta de líquido retido na carcaça após o primeiro enchimento ou manutenção negligenciada podem comprometer o desempenho mesmo quando o equipamento é tecnicamente adequado.

Perguntas para orientar um orçamento técnico

Antes de solicitar a seleção de modelo, vale organizar algumas informações.

Isso ajuda o fornecedor a indicar uma solução mais coerente com a operação, sem depender de suposições.

  • Qual líquido será bombeado?
  • O fluido é limpo, corrosivo, viscoso, abrasivo ou contém partículas?
  • Qual é a temperatura aproximada de operação?
  • Qual vazão o sistema precisa atender?
  • Qual é a altura de sucção e a altura de recalque?
  • A bomba trabalhará de forma contínua ou intermitente?
  • O sistema já possui tubulação instalada?
  • Há histórico de falhas, perda de escorva, vazamentos ou queda de desempenho?
  • O ambiente exige ferro fundido, aço inoxidável ou bronze?
  • Haverá necessidade de peças sobressalentes e manutenção programada?

A RO BOMBAS atua com venda, manutenção e suporte técnico em bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, com experiência setorial acumulada pela fundadora Roseli desde 1987.

Na seleção de uma bomba autoescorvante, esse suporte consultivo é relevante porque conecta a escolha do equipamento às condições reais de operação, e não apenas à especificação isolada do catálogo.

A empresa também trabalha com parcerias de marcas reconhecidas no mercado, como MS Metalúrgica, Thebe Ebara, Schneider, KSB e WDM Pumps, conforme o contexto de fornecimento e aplicação.

Snippet: como escolher uma bomba autoescorvante

Para escolher uma bomba autoescorvante, verifique o tipo de líquido bombeado, a temperatura de operação, a vazão necessária, a altura de sucção, o material construtivo, a vedação por selo mecânico, o motor elétrico e a rotina de manutenção.

A melhor escolha deve equilibrar compatibilidade técnica, confiabilidade operacional e custo-benefício, sempre com avaliação de um fornecedor especializado.

Instalação, manutenção e suporte técnico para maior confiabilidade

Boas práticas gerais de instalação

A confiabilidade de uma bomba autoescorvante não depende apenas da qualidade do equipamento.

O desempenho em sucção, a estabilidade do recalque e a redução de paradas também estão ligados à instalação correta, à compatibilidade com o líquido bombeado e à rotina de inspeção.

Em sistemas industriais, de saneamento, abastecimento ou construção civil, pequenos desvios de montagem podem comprometer a escorva, aumentar ruídos, acelerar desgaste de componentes e reduzir a eficiência operacional.

Boas práticas recomendadas de forma geral:

  • Verificar se o modelo selecionado é compatível com o líquido bombeado, a temperatura de operação prevista, o material construtivo e as condições de sucção.
  • Posicionar a bomba em base firme, estável e adequada ao conjunto motobomba, evitando vibrações excessivas.
  • Observar o alinhamento entre bomba e motor elétrico quando aplicável, pois desalinhamentos podem gerar aquecimento, ruído e desgaste prematuro.
  • Conferir vedação, conexões e tubulações para evitar entrada de ar na linha de sucção, uma das causas comuns de perda de desempenho em sistemas autoescorvantes.
  • Respeitar o primeiro enchimento do sistema, já que a autoescorva ocorre após essa condição inicial, dispensando escorvas manuais frequentes em operação normal, desde que a instalação esteja correta.
  • Avaliar válvulas, registros, curvas, reduções e demais acessórios da tubulação para evitar perdas desnecessárias e instabilidade hidráulica.
  • Manter acesso adequado para inspeção, manutenção, troca de peças sobressalentes e verificações periódicas do selo mecânico.
  • Considerar o ambiente de instalação, especialmente em locais com umidade, poeira, produtos químicos, calor ou operação contínua.

Sinais de que a manutenção preventiva deve ser avaliada

A manutenção preventiva ajuda a identificar desvios antes que eles evoluam para falhas maiores.

Em bombas autoescorvantes, a atenção deve ir além do equipamento principal: motor elétrico, vedação, tubulação, conexões e condições de operação também influenciam a confiabilidade do sistema.

Sinais que merecem análise técnica:

  • Redução perceptível no desempenho de sucção ou demora maior para retomada do fluxo.
  • Ruídos incomuns durante a partida ou operação.
  • Vibração acima do padrão habitual do conjunto.
  • Vazamentos próximos ao selo mecânico, conexões ou carcaça.
  • Aquecimento anormal do motor elétrico ou da bomba.
  • Necessidade recorrente de intervenção manual para restabelecer a escorva.
  • Oscilações de vazão ou pressão no recalque.
  • Desgaste aparente em componentes, fixações, acoplamentos ou tubulações.
  • Aumento de paradas operacionais sem causa evidente.
  • Presença de ar na linha de sucção ou indícios de entrada falsa de ar.

Esses sinais não significam, isoladamente, que a bomba esteja condenada.

Em muitos casos, a causa pode estar em instalação inadequada, vedação comprometida, seleção incorreta para o fluido, desgaste de peças sobressalentes ou condição operacional fora do esperado.

FAQ final

1.

A bomba autoescorvante precisa de escorva manual?
Ela exige o primeiro enchimento do sistema conforme a condição de instalação e o modelo utilizado.

Depois disso, sua função é permitir a sucção sem escorvas manuais frequentes, desde que a bomba, a tubulação e a vedação estejam em boas condições.

2.

O que pode fazer uma bomba autoescorvante perder desempenho de sucção?
Entre as causas comuns estão entrada de ar na sucção, vedação comprometida, tubulação mal dimensionada, obstruções, desgaste de componentes, instalação inadequada ou operação fora das condições previstas para o equipamento.

3.

Quando devo solicitar manutenção preventiva?
A avaliação preventiva é indicada quando surgem ruídos, vibração, vazamentos, aquecimento, queda de vazão, dificuldade de sucção ou aumento de paradas.

Também é recomendável manter inspeções periódicas conforme a criticidade da operação.

4.

A manutenção envolve apenas a bomba?
Não.

A análise pode envolver bomba, motor elétrico, selo mecânico, conexões, tubulações, acessórios hidráulicos e peças sobressalentes.

A confiabilidade do sistema depende do conjunto instalado, não apenas de um componente isolado.

5.

Como saber se preciso trocar a bomba ou apenas fazer manutenção?
A decisão depende de avaliação técnica.

Em alguns casos, ajustes de instalação, substituição de peças ou revisão do conjunto resolvem o problema.

Em outros, pode ser necessário especificar outro modelo mais adequado ao fluido, à sucção, ao recalque e à rotina de operação.

Suporte técnico da RO BOMBAS

A RO BOMBAS atua na manutenção e venda de bombas, motores elétricos e peças sobressalentes, oferecendo soluções completas com assistência técnica dos principais fabricantes do mercado.

Embora a empresa tenha sido fundada em 9 de janeiro de 2024, sua atuação nasce da experiência acumulada por Roseli, que iniciou sua trajetória no setor em 1987 e construiu mais de três décadas de vivência em vendas, manutenção e atendimento técnico.

Essa experiência prática é especialmente relevante em sistemas que exigem operação contínua, como ambientes industriais, saneamento, abastecimento, shoppings, concreteras, mineração e segmentos papeleiro, alimentício, químico, petroquímico e de bebidas.

Nesses cenários, a escolha correta do equipamento, a instalação adequada e a manutenção bem orientada contribuem para reduzir paradas e preservar a confiabilidade operacional.

O suporte da RO BOMBAS é orientado por atendimento personalizado, agilidade, qualidade e confiança, considerando tanto o fornecimento do equipamento quanto a necessidade de instalação, manutenção, assistência técnica e disponibilidade de peças sobressalentes compatíveis.

Consulte antes de definir modelo, instalação ou manutenção

Antes de escolher um modelo, substituir uma bomba existente ou realizar manutenção corretiva, vale consultar a RO BOMBAS para uma avaliação técnica.

A análise pode considerar o líquido bombeado, as condições de sucção, o recalque, o material construtivo, o motor elétrico, a vedação por selo mecânico e a rotina de operação.

Esse cuidado evita decisões baseadas apenas em preço ou aparência do equipamento e ajuda a direcionar a solução para o uso real do sistema.

  • Saiba mais sobre assistência técnica para bombas e sistemas de bombeamento.
  • Veja também soluções de manutenção em motores elétricos para preservar o desempenho do conjunto motobomba.

Resumo final

Uma instalação correta e uma manutenção bem planejada são decisivas para aproveitar os principais benefícios da bomba autoescorvante: menos escorvas frequentes após o primeiro enchimento, menor tempo de operação dedicado a intervenções manuais e baixo custo de manutenção em comparação com sistemas que exigem correções recorrentes.

Para manter a operação contínua, o ideal é tratar bomba, motor elétrico, vedação, tubulação e peças sobressalentes como partes de um mesmo sistema técnico.

Perguntas frequentes

Esse tipo de bomba pode ser usado em indústrias, sistemas de irrigação, construção civil, saneamento, combate a incêndios e abastecimento de água.

Também pode ser considerado em ambientes como indústrias papeleiras, alimentícias, químicas, petroquímicas, de bebidas, shoppings, concreterias e mineração, desde que o fluido, a temperatura, o material da bomba, a vedação e as condições de sucção sejam compatíveis com o modelo selecionado.

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